Aprendiz de Escritor

Uma letra de cada vez...

Use a imaginação…

maio14

Segundo estudos recentes:

Em pé, fortalece a coluna

De cabeça baixa, estimula a circulação do sangue.

De barriga para cima é mais prazeroso.

Sozinho, é estimulante, mas egoísta.

Em grupo, é complicado, mas pode até ser divertido.

No banho, pode ser arriscado.

No automóvel, é muito perigoso.

Entre duas pessoas, enriquece a relação.

De joelhos, o resultado pode ser doloroso.

E cima da mesa, no escritório, antes de comer ou depois da sobremesa, sobre a cama ou na rede, nús ou vestidos, sobre o sofá ou no tapete, com música ou em silêncio, entre lençóis ou na pia da cozinha, sempre é um ato de amor e enriquecimento.

Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconômica…

Leia mais »

Postado como Nadaver | Sem Comentários

Fique calmo e…

maio4

…escreva a PO**A do livro!

Simples assim.

Leia mais »

O que eles fazem de noite…

maio2

É pra isso que servem os bibliotecários? :)

Postado como Nadaver | Sem Comentários

10 obras essenciais na minha formação como leitor

abril27

Muita gente aqui do blog já conhece e participa dos Escritores de Quinta, um projeto do SESC Pinheiros para um bate-papo literário multimídia onde eu atuo como um dos curadores.

Se você ainda não conhece, visite o nosso blog, acompanhe as novidades pela nossa página no Facebook ou pelo Twitter do projeto. Ou melhor ainda: apareça! Estamos lá no SESC Pinheiros sempre na última quinta-feira de cada mês.

Para a a reunião de ontem, o desafio lançado aos participantes foi o de tirar a gravata e confessar os livros essenciais na sua formação como leitores. A idéia era a elaboração de uma lista com os 10 livros que mais marcaram sua trajetória literária.

Não se trata de uma competição de ego para ver quem traz ou indica os livros mais cultos e sim da apresentação de livros-chave na sua trajetória como leitor.

Se eu me confessei por lá, seria covardia não me confessar por aqui, né? :)

João e seu pé de feijão

abril14

Catar feijão se limita com escrever:
joga-se os grãos na água do alguidar
e as palavras na folha de papel;
e depois, joga-se fora o que boiar.
Certo, toda palavra boiará no papel,
água congelada, por chumbo seu verbo:
pois para catar esse feijão, soprar nele,
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.

Leia mais »

Claudio Brites, editor da Terracota, dá suas dicas aos Aprendizes de Escritor!

março29

Escrevam. Deem acabamento para o que escrevem. Sigam suas intuições. Peçam opiniões para pessoas que entendem do assunto e, se puderem, paguem pela leitura de profissionais. Ou, ao menos, paguem um revisor antes de mandar às editoras. Estudem, leiam muito, mas muito mesmo, algo dos clássicos e muito dos contemporâneos. Leiam o mainstream, literatura de gênero, não ficção, livros de Biologia, sobre Política e pornografia. Leiam poemas, e não se cansem nos primeiros, é difícil alcança-los, mas vale a escalada. Façam oficinas literárias, mas não se viciem nelas! Criem grupos literários, com pessoas que leem umas as outras. E se livre deles quando achar que estão sendo condescendentes demais com o que você escreve. Não sejam cruéis demais consigo e nunca desistam, não pare no vigésimo não. Tente saber porque ele aconteceu e reescreva. Reescreva sempre. E tenha a coragem de deixar um projeto de lado por outro melhor. Pague para publicar, mas em editoras que tenham respeito pelo livro, por você, ou vá logo em uma gráfica digital, faça 5 dezenas de exemplares e vá distribuindo, enquanto as coisas não acontecem. Isso é uma forma de fazê-las acontecer. Hoje você pode cuidar de tudo sozinho, a editora ajuda, mas não é o único caminho. Cuidado para não ser saqueado, não deixe seu sonho virar compota cheia de bicho. Concorra a concursos literários, porque nunca se sabe… e tenha respeito pela palavra, é dela que tudo nasce na Literatura e se você não tiver respeito por ela, bem, ela pode se vingar de você.

Leia a entrevista completa aqui.

Postado como Nadaver | 3 Comentários

Poemillôr

março28

Quando eu era bem menino
Tinha fadas no jardim
No porão um monstro albino
E uma bruxa bem ruim.

Cada lâmpada tinha um gênio
Que virava ano em milênio
E, coisa bem mais perversa,
Sapo em rei e vice-versa.

Tinha Ciclope,Centauro,
Autósito, Hidra e megera,
Fênix, Grifo, Minotauro,
Magia, pasmo e quimera.

Mas aí surgiram no horizonte
Além de Custer e seus confederados
A tecnologia mastodonte
Com tecnologistas bem safados
Esses homens da ciência me provaram
Que duendes, bruxas e omacéfalos
Eram produtos imbecis de meu encéfalo.
Nunca existiram e nunca existirão:
uma decepção!

— “Poemeu” por Millôr Fernander

Postado como Nadaver | Sem Comentários

10 Dicas do Drummond para um Aprendiz de Escritor

março21

  1. Não acredite em originalidade, é claro. Mas não vá acreditar tampouco na banalidade, que é a originalidade de todo mundo.
  2. Não fique baboso se lhe disserem que seu novo livro é melhor que o anterior. Quer dizer que o anterior não era bom. Mas se disserem que seu livro é pior que o anterior, pode ser que falem verdade.
  3. Procure fazer com que seu talento não melindre o de seus companheiros. Todos têm direito à presunção de genialidade exclusiva.
  4. Aplique-se a não sofrer com o êxito de seu companheiro, admitindo embora que ele sofra com o de você. Por egoísmo, poupe-se qualquer espécie de sofrimento.
  5. Sua vaidade assume formas tão sutis que chega a confundir-se com modéstia. Faça um teste: proceda conscientemente como vaidoso, e verá como se sente à vontade.
  6. Opinião duradoura é a que se mantém válida por três meses. Não exija maior coerência dos outros nem se sinta obrigado intelectualmente a tanto.
  7. Procure não mentir, a não ser nos casos indicados pela polidez ou pela misericórdia. É arte que exige grande refinamento, e você será apanhado daqui a dez anos, se ficar famoso; se não ficar, não terá valido a pena.
  8. Se sentir propensão para o gang literário, instale-se no seio de uma geração e ataque. Não há polícia para esse gênero de atividade. O castigo são os companheiros e depois o tédio.
  9. Evite disputar prêmios literários. O pior que pode acontecer é você ganha-los, conferidos por juízes que o seu senso crítico jamais premiaria.
  10. Leia muito e esqueça o mais que puder. Só escreva quando de todo não puder deixar de fazê-lo. E sempre se pode deixar.

Trechos da crônica A um jovem, publicada em A bolsa e a vida de 1962. Vi no Laub.

Postado como Nadaver | 4 Comentários

Os 11 mandamentos de Henry Miller

março18

No início dos anos 1930, quando Miller escreveu “Trópico de Câncer”, seu primeiro romance, ele escreveu uma lista de 11 mandamentos que el mesmo deveria seguir.

Leia mais »

Oficina IMPERDÍVEL com o MESTRE Marcelino Freire

março17

Marcelino foi meu professor no Programa de Criação Literária da Terracota. Um dos melhores, sem sombra de dúvida. E o Espaço Cultural Terracota é próximo ao metrô Vila Mariana, um lugar confortável, agradável e cheio de gente inteligente com quem trocar letras.

« Postagens anteriores
Follow Me on Pinterest