Aprendiz de Escritor

Uma letra de cada vez...

Atenção: Conto!

novembro24

Mais que qualquer outro gênero literário, o conto exige um leitor atento, concentrado e capaz de perceber nuanças e variações semânticas e simbólicas. De um conto não se pode perder nada, sob pena de perder-se o essencial.

Charles Kiefer, escritor

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Dica de Mestre!

novembro12

Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca idéias.

— Pablo Neruda

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Despertar

novembro7

Deus chamou à luz, dia, e, às trevas, chamou noite. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o primeiro dia.

— Gêneses 1:5

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Um saco numa mão e uma caixa na outra…

novembro4

Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.

— Nizan Guanaes

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Sobre envelhecer…

novembro3

Não deixamos de brincar porque envelhecemos. Envelhecemos porque deixamos de brincar.

— George Bernard Shaw

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Mais sobre o dia do livro, vocação e profissão!

outubro30

Em comemoração ao dia do livro, o programa Panorama da Rádio Eldorado AM entrevistou o magistral Pedro Bandeira, por quem eu alimento um extremo sentimento de gratidão!

Foi esse vovô de risada fácil, simpatia contagiante e cheio de paixão pelas palavras que escreveu alguns dos livros que eu mais curti na minha época de colegial! Quem não leu A Droga da Obediência ou Anjo da Morte que atire a primeira pedra!

Para os que perderam a conversa incrível da locutora Vanessa Di Sevo com o Mestre Bandeira, a rádio disponibiliza gratuitamente o áudio de todos os programas pelo site e você pode escutar a entrevista completa clicando aqui.

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Dia Nacional do Livro 2008

outubro29

Recebi da amiga Claudia Finamore um link sobre os 10 direitos imprescindíveis do leitor, sugeridos pelo escritor francês Daniel Pennac no seu livro Como Um Romance.

Tem coisa mais pertinente para o dia de hoje? Confira:

  1. O direito de não ler.
  2. O direito de pular páginas.
  3. O direito de não ler um livro inteiro, até o final, de capa a capa.
  4. O direito de reler, quantas vezes quiser.
  5. O direito de ler qualquer coisa, não importa o quê.
  6. O direito de acreditar nos livros (a quem sabe até ao bovarismo, uma doença “textualmente transmissível”).
  7. O direito de ler em qualquer lugar, não importa onde.
  8. O direito de ler uma frase aqui e outra ali, pulando de livro em livro.
  9. O direito de ler em voz alta e de contar histórias.
  10. O direito de não falar do que leu.

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Os Dragões de Gaiman

outubro23

Presente da Cris Rogério, amiga, irmã de armas e musa inspiradora que vive, almoça e janta coincidências. Iluminadíssima, essa menina.

“O mais importante não é dizer que os dragões existem, e, sim, que eles podem ser derrotados. Você pode lutar e vencer os dragões que tem em si. E isso é algo especialmente relevante em histórias infanto-juvenis, porque você está dizendo para as crianças e os adolescentes que há esperança. Assim é em toda a minha ficção, seja ela triste ou alegre”

Neil Gaiman, em entrevista durante a FLIP 2008

Você confere transcrições e coberturas dessa incrível entrevista do Mestre Gaiman aqui, aqui e aqui. Também é possível ver trechos da gravação em vídeo aqui, aqui e aqui, tudo com áudio em português. Clicando nos artigos e vídeos relacionados dessas seis referências (e no link da entrevista, mais acima), dá pra ter uma idéia de quase tudo o que ele disse.

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O Caminho, a Verdade e a Vida…

outubro17

A Verdade é uma só; os sábios se referem a ela por muitos nomes.

Vedas hinduístas

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Web Writing: O Apocalipse Digital

outubro9

Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.

— Apocalipse 2:10

Velha discussão nova: páginas concretas e cheirosas vs. praticidade abstrata irrefreável (ou decomposição antiquada versus impessoalidade desconfiável, dependendo de qual lado se está na balança).

Em vias de começarmos o curso de Webscrita, lá na pós graduação, li mais uma do Websinder, dessa vez com as 39 pistas do meu xará carioca Bruno Rodrigues, um verdadeiro mestre na arte do Web Writing. (clique aqui e aqui — e prepare-se para navegar por longas horas — se quiser ser um faixa preta do Web Writing você também).

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