<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Aprendiz de Escritor &#187; Citação</title>
	<atom:link href="http://aprendizdeescritor.com.br/category/quote/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://aprendizdeescritor.com.br</link>
	<description>Aqui, eu posto os meus exercícios — trechos da ficção que eu tanto gosto de escrever — e os meus ensaios, crônicas, artigos, dicas de eventos, de livros, de filmes e tudo o que eu acho pertinente a esse mundo no qual eu estou entrando agora: o de escritor.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Jul 2010 21:10:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>As vezes não é sobre entender, basta sentir</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/as-vezes-nao-e-sobre-entender-basta-sentir/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/as-vezes-nao-e-sobre-entender-basta-sentir/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 18:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=1265</guid>
		<description><![CDATA[Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: a minha mãe tocava-as ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa como percepção de uma totalidade – e nunca com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: a minha mãe tocava-as ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa como percepção de uma totalidade – e nunca com o conhecimento das partes.</p>
<p>Isto é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história.</p></blockquote>
<p>— Rubem Alves, em <a href="http://pagina-de-vida.blogspot.com/2007/05/o-prazer-da-leitura-rubem-alves.html">O prazer da leitura</a>.</p>
<p><span id="more-1265"></span>A dica pelo sempre excelente <a href="http://livroseafins.com/2009/09/03/ensino-prazer-le/">Livros &amp; Afins</a>, do colega <a href="http://cracatoa.com.br/">Alessandro Martins</a>.</p>
<p>Professores, não deixem de ler na íntegra. Ambos. <img src="http://d3system.com.br/cobbi/emoticones/cara_de_bonzinho.gif" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/as-vezes-nao-e-sobre-entender-basta-sentir/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem é que vive sem ele? Ou sem ela?</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/quem-e-que-vive-sem-ele-ou-ela/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/quem-e-que-vive-sem-ele-ou-ela/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 22:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Contardo Calligaris]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=1252</guid>
		<description><![CDATA[O papel da fantasia é manter o desejo vivo (&#8230;) — Contardo Calligaris, em entrevista à revista Veja Subliteratura né? Sei. Sendo que &#8220;ele&#8221; não é o Contardo e e &#8220;ela&#8221; não a Veja, precisa dizer mais alguma coisa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O papel da fantasia é manter o desejo vivo (&#8230;)</p></blockquote>
<p>— <a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/autores/531/">Contardo Calligaris</a>, em entrevista à revista <a href="http://www.veja.com.br/acervodigital/">Veja</a></p>
<p>Subliteratura né? Sei.  <img src="http://cobbi.com.br/emoticones/shifteyes.gif" /></p>
<p><span id="more-1252"></span></p>
<p>Sendo que &#8220;ele&#8221; não é o Contardo e e &#8220;ela&#8221; não a Veja, precisa dizer mais alguma coisa? <img src="http://cobbi.com.br/emoticones/shades.gif" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/quem-e-que-vive-sem-ele-ou-ela/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 Dicas jurássicas (e 1 escolha terrível) para escritores com bloqueio criativo</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/5-dicas-jurassicas-e-1-escolha-terrivel-para-escritores-com-bloqueio-criativo/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/5-dicas-jurassicas-e-1-escolha-terrivel-para-escritores-com-bloqueio-criativo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 11:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Animal Planet]]></category>
		<category><![CDATA[Barra Funda]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio criativo]]></category>
		<category><![CDATA[Brás]]></category>
		<category><![CDATA[Brontops]]></category>
		<category><![CDATA[Cartoon]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[curar]]></category>
		<category><![CDATA[Escritores de Segunda]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[FX]]></category>
		<category><![CDATA[iscovery]]></category>
		<category><![CDATA[Jabaquara]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Conrad]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Luigi Pirandello]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Millar]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Brontops]]></category>
		<category><![CDATA[Tietê]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=1246</guid>
		<description><![CDATA[Chico Buarque gosta de andar e arejar a cabeça. Mark Millar lê a página de política. Fernando Gonzalez coloca um despertador sobre a TV e a assiste normalmente, zapeando, Discovery, FX, Cartoon, Animal Planet, etc. Quando o relógio toca, ele anota a primeira coisa que vier à cabeça. Vá ao terminal Tietê, Jabaquara ou Barra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<blockquote>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Buarque">Chico Buarque</a> gosta de andar e arejar a cabeça.</li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mark_Millar">Mark Millar</a> lê a página de política.</li>
<li><a href="http://www2.uol.com.br/niquel/">Fernando Gonzalez</a> coloca um despertador sobre a TV e a assiste normalmente, zapeando, Discovery, FX, Cartoon, Animal Planet, etc. Quando o relógio toca, ele anota a primeira coisa que vier à cabeça.</li>
</blockquote>
</ul>
<p><span id="more-1246"></span></p>
<ul>
<blockquote>
<li>Vá ao terminal Tietê, Jabaquara ou Barra Funda. Visite o Brás (se você for, procure a Sede da Liga da Justiça). Evite Congonhas, a não ser em vésperas de feriados. Vá de ônibus ou a pé. Observe as pessoas que esperam outras nas catracas das estações. Leve caderninho. Caderninho leve.</li>
<li>Lembre-se de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luigi_Pirandello">Pirandello</a>: &#8220;Ou se vive a vida, ou se escreve a vida&#8221;.</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Conrad">Joseph Conrad</a> disse que a realidade já é sobrenatural o bastante</li>
</blockquote>
</ul>
<p>— <a href="http://brontops.blogspot.com/">Roger Brontops</a>, direto do <a href="http://groups.google.com.br/group/escritoresdesegunda">período listazóico</a>, numa tentativa acirrada de ajudar um dos <a href="http://escritoresdesegunda.blogspot.com/">Escritores de Segunda</a> a curar uma crise de criatividade.</p>
<p>Você tem mais alguma dica jurássica (ou escolha terrível) por aí?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/5-dicas-jurassicas-e-1-escolha-terrivel-para-escritores-com-bloqueio-criativo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Lave-Letras&#8221;</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/lave-letras/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/lave-letras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 15:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Graciliano Ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Durães]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelino Freire]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=1167</guid>
		<description><![CDATA[Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar.</p></blockquote>
<p><span id="more-1167"></span></p>
<blockquote><p>Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer.</p></blockquote>
<p>Dizem que é o trecho acima é do <a href="http://www.graciliano.com.br/">Graciliano Ramos</a>, mas não encontrei a fonte. De qualquer forma, a metáfora é bem bacana! Dica da colega de classe <a href="http://baitablogger.blogspot.com/">Juliana Durães</a> que ouviu, pessoalmente, do <a href="http://www.obarco.com.br/">B-Arqueiro</a> e Mestre <a href="http://www.eraodito.blogspot.com/">Marcelino Freire</a>. <img class="alignnone" title="reverência" src="http://d3system.com.br/cobbi/emoticones/reverencia.gif" alt="" width="36" height="18" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/lave-letras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Kind of Magic</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/a-kind-of-magic/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/a-kind-of-magic/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 19:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[boxliberis]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Brites]]></category>
		<category><![CDATA[Editora Terracota]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson de Oliveira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=1130</guid>
		<description><![CDATA[O que não é literatura para você? Palavrórios gangrenados ou catatônicos. Verborragias inestancáveis. Mentiras mal disfarçadas. Em contraposição, o que é literatura? Uma forma de milagre, de magia, de encantamento. — Nelson de Oliveira, em entrevista a Claudio Brites Eu bem que desconfiava. Só podia ser um tipo de magia.  O Nelson é um senhor amável, alto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O que não é literatura para você?</strong></p>
<p>Palavrórios gangrenados ou catatônicos. Verborragias inestancáveis. Mentiras mal disfarçadas. Em contraposição, o que é literatura? Uma forma de milagre, de magia, de encantamento.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— <a title="Visite o blog dele..." href="http://urbanalenda.blogspot.com/" target="_blank">Nelson de Oliveira</a>, em entrevista a <a title="...e o dele também!" href="http://hipocentro.blogspot.com/" target="_blank">Claudio Brites</a></p>
<p>Eu bem que desconfiava. Só podia ser <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JKHnEzAK1Fs">um tipo de magia</a>. <img style="border: 0px initial initial;" title="Wizard!" src="http://d3system.com.br/cobbi/emoticones/wizard.gif" alt="" width="42" height="31" /></p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1130"></span>O Nelson é um senhor amável, alto e magro, meio careca, cujos óculos redondos de hastes finas e o linguajar polido e solícito lembram uma versão muito mais simpática do <a title="Clique se você esteve longe do planeta nos últimos 30 anos" href="http://en.wikipedia.org/wiki/C-3PO" target="_blank">robô C-3PO</a> da saga Guerra nas Estrelas. Trata-se de um daqueles poetas menores (tipo o Sr. Bandeira, sabem?) que lecionou o módulo <em>Poesia e Outras Artes</em> lá na <a title="Conheça o curso!" href="http://www.esdc.com.br/POS/POS-FORMACAO_ESCRITORES.htm" target="_blank">pós-graduação em Formação de Escritores</a> e atualmente coordena o curso de <a href="http://www.labmind.com.br/cursosPalestrasWorkshops.html">pós-graduação em Prática de Criação Literária</a>, do qual eu também estou tendo a honra de participar.</p>
<p>Confira <a href="http://boxliberis.com/home/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=258:hipocentro-escritores-nelson-de-oliveira&amp;catid=93:literatura-claudio-brites&amp;Itemid=136&amp;lang=pt">aqui</a> a entrevista na íntegra. Imprescindível pra qualquer Aprendiz. Dentre tudo, destaco o presentão sem preço que ele nos deu na seguinte resposta:</p>
<blockquote><p><strong>Uma parcela dos leitores desta entrevista são neófitos autores, então peço um presente: dê o argumento de uma história que ainda não escreveu, mas gostaria, pode até ter começado, algo que acharia maravilhoso ler, de presente para quem quiser pegar primeiro.</strong></p></blockquote>
<blockquote><p>Vou fazer melhor do que isso, vou dar a dica do milênio. Lembram de um sujeito chamado Miguel de Cervantes Saavedra? Que foi que esse gentil homem fez? Ele olhou em volta e se perguntou: “Qual é a literatura mais popular do meu tempo? Que é que vende bem, que é best-seller?” Ele viu que eram as novelas de cavalaria. Aí o gajo decidiu: “Vou potencializar isso aí. Vou escrever em alto estilo uma novela de cavalaria que vai suplantar todas as outras.” Então ele escreveu o <em>Dom Quixote</em> e entrou pra História. Pois bem, a dica é essa: olhem em volta, qual é a literatura mais popular do nosso tempo? O romance policial. Então, mãos à obra. Quem escrever o romance policial que vai suplantar todos os outros, será o Cervantes do nosso tempo.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/a-kind-of-magic/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mercado: O vilão literário?</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/mercado-o-vilao-literario/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/mercado-o-vilao-literario/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 19:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Rimbaud]]></category>
		<category><![CDATA[Caderno 2]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Sabino]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Ubiratan Brasil]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=1122</guid>
		<description><![CDATA[O mercado, sempre em busca de um filão rentável, seria o grande vilão da literatura? Não acredito que seja um problema criado pelo mercado. Na verdade, a literatura não escapa da síndrome da celebridade. Muitos autores buscam apenas celebrizarem-se como escritor, atendendo a um exercício de vaidade. — Mario Sabino, em entrevista a Ubiratan Brasil Não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>O mercado, sempre em busca de um filão rentável, seria o grande vilão da literatura?</strong></p></blockquote>
<blockquote><p>Não acredito que seja um problema criado pelo mercado. Na verdade, a literatura não escapa da síndrome da celebridade. Muitos autores buscam apenas celebrizarem-se como escritor, atendendo a um exercício de vaidade.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— Mario Sabino, em <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090809/not_imp415745,0.php">entrevista a Ubiratan Brasil</a><span id="more-1122"></span></p>
<blockquote><p>Não é uma condenação, pois todo artista quer ser conhecido e apreciado. Mas, às vezes, há uma ânsia em se escrever um romance. Para ser um bom escritor, acredito, é preciso ter calma e fugir do holofote.</p>
<p>Claro que é possível um jovem tornar-se um escritor, mas a juventude hoje parece mais infantil que na época de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Rimbaud">Rimbaud</a>. Daí a necessidade de se esperar pelo momento certo para começar a escrever. Aquela entrega só é possível depois de se adquirir algumas cicatrizes na vida.</p></blockquote>
<p>Será? <img class="alignnone" title="Será?" src="http://d3system.com.br/cobbi/emoticones/what.gif" alt="" width="19" height="19" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/mercado-o-vilao-literario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eco, Dante vs. &#8220;Miguxês&#8221; e a famosa SSH&#185;</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/eco_dante_miguxes_ssh/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/eco_dante_miguxes_ssh/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 May 2009 18:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=981</guid>
		<description><![CDATA[Mais uma do Mestre Eco — escritor, semiólogo italiano e um dos Merlins da Literatura — num texto que foi publicado pela Folha de São Paulo, no caderno Mais do dia 18 de Fevereiro de 2001 e já tinha passado por aqui antes, mas do qual achei pertinente destacar mais esse pedacinho: A língua vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma do Mestre Eco — escritor, semiólogo italiano e um dos Merlins da Literatura — num texto que foi publicado pela Folha de São Paulo, <a title="Confira o artigo na íntegra dentro do site da Folha" href="http://biblioteca.folha.com.br/1/02/2001021801.html" target="_blank">no caderno <em>Mais</em> do dia 18 de Fevereiro de 2001</a> e já tinha <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/partitures_literarias" target="_blank">passado por aqui antes</a>, mas do qual achei pertinente destacar mais esse pedacinho:</p>
<blockquote><p>A língua vai para onde quer, mas é sensível às sugestões da literatura. Sem Dante não teria existido um italiano unificado. (&#8230;)</p></blockquote>
<p><span id="more-981"></span></p>
<blockquote><p>Mas a prática literária também mantém em exercício nossa língua individual. Hoje muitos lamentam o surgimento de uma linguagem neotelegráfica que se impõe por meio do correio eletrônico e das mensagens nos celulares, em que até para dizer &#8220;te amo&#8221; se usa uma sigla. Mas não esqueçamos que os jovens que trocam mensagens utilizando essa nova taquigrafia são, ao menos em parte, os mesmos que se apinham nas novas catedrais do livro, as megalivrarias, onde, mesmo que só folheando sem comprar, eles têm contato com estilos cultos e elaborados, aos quais não foram expostos nem seus pais nem seus avós.</p>
<p>A leitura das obras literárias obriga a um exercício de fidelidade e de respeito dentro da liberdade de interpretação. Há uma perigosa heresia crítica, típica dos dias de hoje, segundo a qual é possível fazer qualquer coisa com uma obra literária. Não é verdade. As obras literárias convidam à liberdade de interpretação porque propõem um discurso com muitos planos de leitura, defrontando-nos com a ambiguidade da linguagem e da vida.</p></blockquote>
<blockquote><p>Mas, para poder intervir nesse jogo, em que cada geração lê as obras literárias de um modo diferente, é preciso ter profundo respeito por aquilo que chamo a intenção do texto.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco" target="_blank">Umberto Eco</a>,  &#8220;<a title="Confira o artigo na íntegra dentro do site da Folha" href="http://biblioteca.folha.com.br/1/02/2001021801.html" target="_blank">A Literatura Contra o Efêmero</a>&#8220;</p>
<p>Nunca é demais reler os Merlins! <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>¹<small> SSH é a sigla da <strong>Síndrome de Super Homem</strong>, uma patologia apresentada pela maioria dos (bons) escritores que eu conheço.</small></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/eco_dante_miguxes_ssh/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Realidade Fabulosa</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/realidade-fabulosa/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/realidade-fabulosa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 17:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine de Saint-Exupéry]]></category>
		<category><![CDATA[Olga Vallejo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=921</guid>
		<description><![CDATA[Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda e diz: &#8216;Era só um conto de fadas&#8230;&#8217; E a gente sorri de si mesma. Mas no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida. — Antoine de Saint-Exupéry Esse eu roubei da Olga, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Os contos de fadas são assim. Uma manhã, a gente acorda e diz: &#8216;Era só um conto de fadas&#8230;&#8217; E a gente sorri de si mesma. Mas no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida.</p></blockquote>
<p align="right">— <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_de_Saint-Exup%C3%A9ry" target="_blank">Antoine de Saint-Exupéry</a></p>
<p>Esse eu roubei da <a href="http://abcdletras.blogspot.com/2009/03/fabuleux-exupery.html" target="_blank">Olga</a>, minha &#8220;ídola&#8221; com pinta (ou seria &#8220;tinta&#8221;) de Neil Gaiman!</p>
<p>Quem dera eu tivesse tido professores de português como ela&#8230; <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/realidade-fabulosa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Partituras Literárias</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/partituras-literarias/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/partituras-literarias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 06:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Umberto Eco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=975</guid>
		<description><![CDATA[Podemos fazer afirmações verdadeiras sobre personagens literários porque o que lhes acontece está registrado em um texto, e um texto é como uma partitura musical. É verdade que Anna Karenina se suicida, assim como é verdade que a &#8220;Quinta Sinfonia&#8221; de Beethoven foi escrita em dó menor (e não em fá maior, como a &#8220;Sexta&#8221;) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Podemos fazer afirmações verdadeiras sobre personagens literários porque o que lhes acontece está registrado em um texto, e um texto é como uma partitura musical. É verdade que Anna Karenina se suicida, assim como é verdade que a &#8220;Quinta Sinfonia&#8221; de Beethoven foi escrita em dó menor (e não em fá maior, como a &#8220;Sexta&#8221;) e se inicia com &#8220;sol, sol, sol, mi bemol&#8221;. Mas certos personagens literários, não todos, acabam saindo do texto em que nasceram e migrando para uma região do universo muito difícil de delimitar.</p></blockquote>
<p><span id="more-975"></span></p>
<blockquote><p>Foram emigrando de texto em texto (e, por meio de várias adaptações, de livro para filme ou balé, ou da tradição oral para o livro) tanto personagens dos mitos como da narrativa &#8220;leiga&#8221;: Ulisses, Jasão, o rei Artur ou Percival, Alice, Pinóquio, D&#8217;Artagnan. Mas, quando falamos de personagens desse tipo, referimo-nos a uma determinada partitura?</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco" target="_blank">Umberto Eco</a>,  &#8220;<a title="Confira o artigo na íntegra dentro do site da Folha" href="http://biblioteca.folha.com.br/1/02/2001021801.html" target="_blank">A Literatura Contra o Efêmero</a>&#8220;</p>
<p>Escritor e semiólogo italiano, o Mestre Eco é um dos Merlins da Literatura e dispensa qualquer comentário. Esse texto foi publicado pela Folha de São Paulo, <a title="Confira o artigo na íntegra dentro do site da Folha" href="http://biblioteca.folha.com.br/1/02/2001021801.html" target="_blank">no caderno <em>Mais</em> do dia 18 de Fevereiro de 2001</a>. Encontrei-o enquanto fuçava por aqui e achei indispensável compartilhá-lo com vocês.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/partituras-literarias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Contardo Calligaris vs. Retórica Tupiniquim</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/contardo-calligaris-retorica/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/contardo-calligaris-retorica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 16:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=905</guid>
		<description><![CDATA[É uma escrita que não procura adornar-se. O português é uma língua muito afeta aos derramamentos verbais, às filigranas barrocas, à retórica&#8230; Sim, ainda mais no Brasil, onde há a tradição do bacharelado de direito, da oratória jurídica e religiosa. E nisso me ajuda o fato de ser um estrangeiro, e de minha escrita ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>É uma escrita que não procura adornar-se. O português é uma língua muito afeta aos derramamentos verbais, às filigranas barrocas, à retórica&#8230;</p>
<p>Sim, ainda mais no Brasil, onde há a tradição do bacharelado de direito, da oratória jurídica e religiosa. E nisso me ajuda o fato de ser um estrangeiro, e de minha escrita ter a influência do inglês, uma língua que gosta de frases curtas e de uma certa clareza. Isso me dá uma grande liberdade ao escrever em português. (&#8230;) De qualquer forma, é um desafio e tanto tentar escrever um livro que se aproxime do grau zero de retórica na escrita.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Contardo_Calligaris" target="_blank">Contardo Calligaris</a> em entrevista para a <a href="http://www.topmagazine.com.br/" target="_blank">TOP Magazine</a> #123</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/contardo-calligaris-retorica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
