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	<title>Aprendiz de Escritor &#187; Sobre Ser Escritor</title>
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	<description>Aqui, eu posto os meus exercícios — trechos da ficção que eu tanto gosto de escrever — e os meus ensaios, crônicas, artigos, dicas de eventos, de livros, de filmes e tudo o que eu acho pertinente a esse mundo no qual eu estou entrando agora: o de escritor.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 May 2012 19:18:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Fique calmo e&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 17:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;escreva a PO**A do livro! Simples assim. Obrigado ao André Bernardi, um incentivador que mostra que uma imagem vale MESMO mil palavras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/write_your_book.jpg"><img src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2012/05/write_your_book-300x168.jpg" alt="" title="write_your_book" width="300" height="168" class="alignnone size-medium wp-image-2071" /></a></p>
<p>&#8230;escreva a PO**A do livro!</p>
<p>Simples assim.</p>
<p><span id="more-2070"></span>Obrigado ao <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3817941124263&#038;set=a.1130128890637.21643.1149666314">André Bernardi</a>, um incentivador que mostra que uma imagem vale MESMO mil palavras. <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>João e seu pé de feijão</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 13:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>

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		<description><![CDATA[Catar feijão se limita com escrever: joga-se os grãos na água do alguidar e as palavras na folha de papel; e depois, joga-se fora o que boiar. Certo, toda palavra boiará no papel, água congelada, por chumbo seu verbo: pois para catar esse feijão, soprar nele, e jogar fora o leve e oco, palha e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img class="alignnone size-full wp-image-2055" title="joão cabral" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/joão-cabral.jpg" alt="" width="309" height="300" /></center></p>
<blockquote><p>Catar feijão se limita com escrever:<br />
joga-se os grãos na água do alguidar<br />
e as palavras na folha de papel;<br />
e depois, joga-se fora o que boiar.<br />
Certo, toda palavra boiará no papel,<br />
água congelada, por chumbo seu verbo:<br />
pois para catar esse feijão, soprar nele,<br />
e jogar fora o leve e oco, palha e eco.</p></blockquote>
<p><span id="more-2054"></span><br />
<blockquote>Ora, nesse catar feijão entra um risco:<br />
o de que entre os grãos pesados entre<br />
um grão qualquer, pedra ou indigesto,<br />
um grão imastigável, de quebrar dente.<br />
Certo não, quando ao catar palavras:<br />
a pedra dá à frase seu grão mais vivo:<br />
obstrui a leitura fluviante, flutual,<br />
açula a atenção, isca-a como o risco.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— João Cabral de Melo Neto</p>
<p><center><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/joão.jpg"><img src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2012/04/joão.jpg" alt="" title="joão" width="300" height="428" class="alignnone size-full wp-image-2056" /></a></center></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Os 11 mandamentos de Henry Miller</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/os-11-mandamentos-de-henry-miller/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 22:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Miller on Writing]]></category>
		<category><![CDATA[Trópico de Câncer]]></category>

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		<description><![CDATA[No início dos anos 1930, quando Miller escreveu “Trópico de Câncer”, seu primeiro romance, ele escreveu uma lista de 11 mandamentos que el mesmo deveria seguir. Trabalhe numa coisa de cada vez até terminar Não inicie novos livros, não adicione novo material para a “Primavera Negra” Não seja nervoso. Trabalhe calma, alegre e freneticamente em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/HenryMiller.jpg"><img title="HenryMiller" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2012/03/HenryMiller-295x300.jpg" alt="" width="295" height="300" /></a></center></p>
<p>No início dos anos 1930, quando Miller escreveu “Trópico de Câncer”, seu primeiro romance, ele escreveu uma lista de 11 mandamentos que el mesmo deveria seguir.</p>
<p><span id="more-2036"></span>
<ol>
<li>Trabalhe numa coisa de cada vez até terminar</li>
<li>Não inicie novos livros, não adicione novo material para a “Primavera Negra”</li>
<li>Não seja nervoso. Trabalhe calma, alegre e freneticamente em tudo o que estiver fazendo</li>
<li>Trabalhe de acordo com o programa, e não de acordo com o humor. Pare na hora prevista!</li>
<li>Quando você não puder criar, você pode trabalhar.</li>
<li>Cultive um pouco cada dia, em vez de adicionar novos fertilizantes.</li>
<li>Mantenha-se humano! Veja pessoas, vá a lugares, beba, se sentir vontade.</li>
<li>Não seja um burro de carga! Trabalhe apenas se com prazer.</li>
<li>Descarte o programa se sentir que deve, mas volte a ele no dia seguinte. Concentre-se. Restrinja (foque). Exclua.</li>
<li>Esqueça os livros que quer escrever. Pense apenas no que está escrevendo.</li>
<li>Escreva primeiro e sempre. Pintura, música, amigos, cinema, tudo isso vem depois.</li>
</ol>
<p>Traduzido do livro &#8220;<a href="http://books.google.com.br/books?id=_kEnozNXib4C&amp;printsec=frontcover&amp;hl=pt-BR&amp;source=gbs_ge_summary_r&amp;cad=0#v=onepage&amp;q&amp;f=false">Henry Miller on Writing</a>&#8220;.</p>
<p>Quais são os seus mandamentos?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;6 Dicas para Escrever Livros&#8221; por Leandro Radrak</title>
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		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/6-dicas-para-escrever-livros-por-leandro-radrak/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 18:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Leandro "Radrak" Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Leandro Radrak]]></category>
		<category><![CDATA[Legado de Goldshine]]></category>

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		<description><![CDATA[Além do RPG, eu partilho outra paixão com o Leandro: a escrita. Felizmente, nessa (e só nessa, hehehe) ele já está a anos-luz de um aprendiz. Já publicou uma trilogia de alta fantasia chamada &#8220;O legado de Goldshine&#8221; e acabou de finalizar Garras de Grifo, seu primeiro livro solo de low fantasy. Nesse tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do RPG, eu partilho outra paixão com o Leandro: a escrita. Felizmente, nessa (e só nessa, hehehe) ele já está a anos-luz de um aprendiz. Já publicou <a href="http://grinmelken.com.br/index.php/livros/projetos-futuros/">uma trilogia de alta fantasia chamada &#8220;O legado de Goldshine&#8221;</a> e acabou de finalizar <a href="http://grinmelken.com.br/index.php/livros/garras-de-grifo-lancamento-em-2012/">Garras de Grifo</a>, seu primeiro livro solo de low fantasy.</p>
<p>Nesse tempo de estrada, o Leandro encarou várias pedreiras e <a href="http://grinmelken.com.br/index.php/minhas-6-dicas-para-escrever-livros/">publicou 6 dicas</a> pra facilitar os passos de quem, assim como eu, está se preparando pra estrear no universo das letras. Confira.</p>
<p><span id="more-2027"></span></p>
<blockquote>
<h2>Organize-se</h2>
<p>A melhor forma de executar qualquer trabalho é planejando-o. Colocar em poucas palavras o que se passará em cada capítulo vai amadurecer a ideia inicial, ajudando a evitar “brancos” durante o período de trabalho. Esse mini-roteiro pode ser alterado a qualquer momento – e será – adaptando-se durante o desenvolvimento do livro.</p>
<p>Neste meu último trabalho, fui um pouquinho além. Para cada capítulo, além do resumo, adicionei também a quantidade estimada de páginas que esse capítulo teria, permitindo assim que eu monitorasse o tamanho do livro. Isso foi muito útil, uma vez que eu queria um livro mais curto.</p>
<p>Outra forma de Organização válida é o que chamam de “Mind Map”. Em resumo, um mind map (mapa da mente) consiste em um diagrama que representa uma ideia principal e suas ramificações. Isso é espetacular para organizar uma história com muitas tramas e personagens entrelaçados. Há vários locais na internet, ensinando a trabalhar com essa técnica, e há vários softwares também, para ajudar nisso.</p>
<h2>Tenha Objetivos</h2>
<p>Toda missão possui um ou mais objetivos. Se uma tarefa é executada sem um rumo, então ela dificilmente será terminada. No caso do livro, o objetivo final, quase sempre é publicá-lo. Isso fica meio óbvio, mas não basta. É necessário ter em mente quando vai fazê-lo e quais os passos a ser dar para isso. Um cronograma pode ajudar aqui.</p>
<h2>Estabeleça Rotina</h2>
<p>A única maneira de terminar um livro é escrevê-lo. Porém, muitos escrevem somente quando tem vontade e, por isso, o tempo de escrita entre um capítulo e outro acaba sendo grande. Nesses casos, acontece do autor perder o ritmo da história, a vontade de escrevê-la, ou mesmo de ter outra ideia e começar a trabalhar nela.</p>
<p>A melhor maneira de evitar isso é estabelecer uma rotina e executá-la com rigor. Seja ela escrever 2 horas por dia, seja ela escrever todos os sábados. O importante é definir seu horário de trabalho e encará-lo como tal.</p>
<p>Um exemplo para citar é meu primeiro livro, o qual demorou 3 anos para ser escrito. Os 3 primeiros capítulos foram escritos em um ano, os 5 seguintes em outro e o restante no último. As chances do projeto morrer no primeiro ano foram altíssimas e só não aconteceu por que encontrei os capítulos uns meses depois e voltei a trabalhar neles.</p>
<p>Com uma rotina estabelecida, de escrever 8 horas por semana, apesar de cometer desvios, terminei o Garras de Grifo em menos de seis meses.</p>
<h2>Esteja relaxado</h2>
<p>Não há nada pior do que escrever enquanto sua mente está conturbada. Seja por preocupações, frustrações ou mero cansaço após um dia de trabalho puxado. Como analista de sistemas e coordenador de uma equipe, esses dias são comuns na minha vida. Frustrações e preocupações também ocorrem a todo momento, causados pelos mais diversos motivos. O que fazer então? Vai de cada um, mas o importante é passar por um filtro e sentar na frente do computador com a mente limpa.</p>
<p>Já tive sérias dificuldades com isso e, por um bom tempo, fiquei sem escrever durante a semana. A resolução veio da tentativa e erro, quando adicionei uma rotina extra, pré-escrita. Adicionei um momento para videogame e para minhas séries antes de escrever. Desse modo, ao invés de escrever por 4 horas, logo após chegar do trabalho, passei a escrever 2, após jogar um pouco e assistir algo (Nessa ordem, pois o jogo prende mais e dá vontade de continuar. A série acaba depois de 1 hora).</p>
<p>Por incrível que pareça as 2 horas renderam a mesma coisa que as 4 anteriores, mas a qualidade do texto aumentou.</p>
<p>A dica aqui é encontrar sua formula para relaxar e esquecer do mundo real, antes de entrar em sua mente e colocar no papel os outros mundos que lhe habitam.</p>
<h2>Concentre-se</h2>
<p>O mal da nova geração é a habilidade de fazer mil coisas ao mesmo tempo. Faço parte dessa geração&#8230; Como é impossível fazer duas coisas exatamente ao mesmo tempo, fica claro que, na verdade, nós ficamos chaveando de uma tarefa para a outra. Assim, fazendo duas coisas ao mesmo tempo, levamos o dobro do tempo para terminar as duas.</p>
<p>No meu caso, as redes sociais são o que mais atrapalham a escrita. Trabalho com dois monitores e, de início, eu largava o Twitter, o facebook, e o MSN ligados em uma janela enquanto escrevia na outra. Esqueça isso! Se tiver um segundo monitor, no máximo, deixe um navegador pronto para realizar pesquisas. De resto, sua atenção deve ficar focada somente no texto. Não a divida e você logo vai se acostumar.</p>
<p>Além das redes sociais, também há o ambiente em torno de você, seja um pai, esposa, pedreiro do vizinho, o próprio vizinho, ou, no meu caso, um gato miando incessantemente ao seu lado, em busca de atenção. Uma coisa que ajuda é um bom fone de ouvido e música. Isso lhe isola do mundo à sua volta e permite uma concentração melhor.</p>
<p>Para quem tem filhos complica, mas vale uma ajuda do maridão ou da esposa, para segurá-los. Se houver uma rotina, talvez fique um pouco mais fácil de fazer acordos. Em último caso, pode-se arrumar um cantinho só seu e fugir de vez em quando. Contudo, não tenho filhos ainda, então não passei por essa interrupção. Logo, não sei como agir e contorná-la.</p>
<h2>Não seja perfeito</h2>
<p>Ninguém é perfeito. Fato. Mas deixe o lado perfeccionista para a revisão. Inicialmente escreva e, se não julgar um trecho tão bom quanto gostaria, marque-o e deixe para revisitá-lo depois. É importante fazer bem feito e buscar o melhor de si, mas vale pensar na primeira escrita como um rascunho ao invés do produto final. Conheço muito escritor que fica trabalhando nos capítulos do livro, tentando deixa-los perfeitos e, o livro em si, nunca é terminado.</p>
<p>O bom é escrever e guardar numa gaveta, esquecendo-o por um tempo. Depois, volte nele e revise com olhos críticos e em busca de melhoria.</p>
<p>No fim, cada um encontrará suas próprias regras. Coloco aqui apenas as que assumi e, assim vou indo. Pretendo segui-las para os próximos livros e melhorá-las conforme aprender.</p></blockquote>
<p>A primeira ajuda MUITO mesmo. A do videogame eu vou testar com certeza! Depois eu digo aqui o que achei. <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Oficina de Narrativa Multimídia é sábado agora!</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 22:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos & Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>
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		<category><![CDATA[Encontro Prática de Escrita]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Cruzeiro do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[A minha oficina começa às 13h45 e vai até as 16h30 no laboratório de informática da Universidade. Vamos brincar um pouco com as possibilidades narrativas que a multimídia oferece e começar a tecer nossas palavras usando a teia da web! Vejo vocês por lá? O Encontro Prática de Escrita acontece informalmente desde 2001, mas há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A minha oficina começa às 13h45 e vai até as 16h30 no laboratório de informática da Universidade. Vamos brincar um pouco com as possibilidades narrativas que a multimídia oferece e começar a tecer nossas palavras usando a teia da web!</p>
<p>Vejo vocês por lá?</p>
<p><a href="http://escritoresdequinta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/encontro_pratica_de_escrita_2012.jpg"><img title="encontro_pratica_de_escrita_2012" src="http://escritoresdequinta.com.br/wp-content/uploads/2012/02/encontro_pratica_de_escrita_2012.jpg" alt="" width="461" height="306" /></a></p>
<p>O Encontro Prática de Escrita acontece informalmente desde 2001, mas há cinco anos o evento ganhou periodicidade e formato e vem se tornando parte da agenda de quem gosta de literatura.</p>
<p>O principal objetivo do encontro é reunir pessoas que não só apreciam a literatura, mas também tudo que circunda a prática de escrita literária.</p>
<p>A programação é dividida em dois tempos, o primeiro gira em torno das mesas com palestrantes, que discorrem sobre assuntos que permeiam o universo literário; o segundo tempo é das oficinas de estudo e criação.</p>
<p>Pelo evento já passaram nomes como: Milton Hatoum, Marcelino Freire, Cadão Volpato, Nelson de Oliveira, Raphael Draccon, Roberto de Souza Causo, Edson Cruz, Eric Novello entre outros.</p>
<p><span id="more-2015"></span>A primeira parte da programação terá como convidadas só mulheres. Na primeira mesa, a escritora Ivana Arruda Leite bate um papo sobre sua obra com a roteirista e escritora Luciana Penna. Na segunda mesa, as escritoras e professoras de criação literária Monica Martinez e Nanete Neves conversam sobre caminhos e possibilidades da escrita como profissão, mediadas pela redatora, blogueira e revisora Lu Reis.</p>
<p>Na segunda parte, temos oficinas com Bruno Cobbi, Kizzy Ysais, Marcelo Maluf e Pête Rissatti.</p>
<p>Este ano o evento acontece em 3 de março de 2012, no campus Liberdade da Universidade Cruzeiro do Sul.</p>
<p><strong>Quando: </strong>3 de março de 2012.</p>
<p><strong>Horários:</strong> mesas das 9h45 às 12h30 e oficinas das 13h45 às 16h30</p>
<p><strong>Onde:</strong> Universidade Cruzeiro do Sul – campus Liberdade</p>
<p>Rua Galvão Bueno, 868 (próximo ao metrô São Joaquim)</p>
<p><strong>Inscrições:</strong> Clique <strong><a title="Formulário de Inscrição" href="http://terracotaeditora.com.br/?page_id=697" target="_blank">aqui</a></strong></p>
<p><strong>Entrada Franca</strong></p>
<h2><strong>Programação<br />
</strong></h2>
<p>Mesa 1 – das 9h45 às 11h<br />
<strong>A prática de criação de Ivana Arruda Leite<br />
</strong>Convidada: Ivana Arruda Leite<br />
Mediação: Luciana Penna</p>
<p>A escritora fala sobre sua obra e como se dá seu processo de criação. Quais são os percalços que envolvem a realização do conto, do romance, do infanto-juvenil. Dando dicas sobre editoras, culinária e séries de televisão.</p>
<p>Mesa 2 – das 11h15 às 12h30<br />
<strong>Profissão escritor<br />
</strong>Convidados: Monica Martinez e Nanete Neves<br />
Mediação: Lu reis</p>
<p>As escritoras e professoras de criação literária Monica Martinez e Nanete Neves falam sobre o mercado editorial para o escritor: biografias, livros institucionais, ghostwriter, oficinas. Como as coisas caminham e como é a realidade de quem vive da escrita literária.</p>
<p><strong>Oficinas de Criação literária – das 13h45 às 16h30</strong></p>
<p><strong>Narrativa Multimídia<br />
</strong>com Bruno Cobbi</p>
<p>Partindo de estudos de casos nacionais e estrangeiros que transcendem seus canais originais, o publicitário e escritor Bruno Cobbi vai guiar os participantes entre referências em livros, quadrinhos, internet, games e cinema para debater como as novas mídias estão mudando nossa forma de encarar o mercado e produzir arte.</p>
<p>As discussões sobre a produção multimídia dentro e fora do país são combinadas com exercícios para prática do raciocínio narrativo e exploração da multimídia. A oficina visa materializar não só o planejamento como produções de narrativas em multimídia.</p>
<p><strong>A criação do personagem<br />
</strong>com Kizzy Ysatis</p>
<p>Este encontro foca no coração da narrativa: os personagens. Seja em um enredo fantástico ou realista. Grandes personagens vão além de seu criador. Polifônicos, infinitos. O que faz Dom Casmurro ficar na memória por tanto tempo? Quais são os elementos que fazem com que o leitor chegue a acreditar que um vampiro, ou uma entidade fantástica possa existir? Criando fã clubes para um ser ficcional, por exemplo. Neste encontro, o escritor Kizzy Ysatis revela seus segredos para construção de um personagem convincente. Não só as dicas vindas de sua experiência de criador, mas também das leituras, dos autores nos quais se inspira.</p>
<p><strong>Caminhos do Fantástico na literatura infanto-juvenil<br />
</strong>com Marcelo Maluf</p>
<p>Grandes obras da literatura infantil e juvenil estão embebidas do elemento fantástico, o autor pretende apresentar nessa oficina possibilidades de uso do fantástico em suas diversas vertentes em textos infanto-juvenis. Apresentando referências e propondo exercícios de escrita para desbloquear o imaginário fantástico. E ainda: o universo fantástico na literatura infanto-juvenil, passando por nomes como: Michael Ende, Roald Dahl, Elsa Bornemann, caminhos de Lewis Carrol, do C.S.Lewis, Neil Gaiman, entre outros.</p>
<p><strong>Tradução: mercado, processos e criação<br />
</strong>com Petê Rissatti</p>
<p>A arte/ofício da tradução é muito mais amplo do que se imagina. Com a crescente visibilidade do tradutor, ainda assim a profissão carrega um certo mistério. Neste bate-papo, vamos apresentar as diferenças básicas do mercado tradutório, o dia a dia do profissional, o mercado editorial de tradução e os processos envolvidos. Além disso, também traremos à baila o papel de tradutor como intermediador cultural, a (des)valorização do profissional e, por fim, a legislação e o tradutor-criador.</p>
<h2><strong>Sobre os participantes</strong></h2>
<p><strong>Ivana Arruda Leite</strong> é mestre em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Publicou três livros de contos: <em>Histórias da Mulher do Fim do Século</em>, <em>Falo de Mulher</em> e <em>Ao homem que não me quis</em> (finalista do prêmio Jabuti); uma novela <em>Eu te darei o céu – e outras promessas dos anos 60</em> e dois romances: <em>Hotel Novo Mundo</em> (finalista do prêmio São Paulo) e <em>Alameda Santos</em>. Participou de inúmeras antologias, dentre as quais: <em>Geração 90 – os transgressores,</em> <em>25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira</em>, <em>Contos de escritoras brasileiras</em>. Também escreve livros infanto-juvenis. Tem o blog www.doidivana.wordpress.com</p>
<p><strong>Luciana Penna,</strong> desde 2010, coordena as mídias sociais do evento Balada Literária, realizado anualmente em São Paulo. Participou do romance coletivo <em>Circunvago, </em>realizado no Laboratório Literário do escritor mexicano Mario Bellatin. Selo Demônio Negro). Cursou variadas oficinas de escrita criativa, entre elas as de Marcelino Freire e de José Silvério Trevisan. Integrou a antologia SESC <em>Literatura Celular</em>, com curadoria de Marcelino Freire. Comentou os clássicos ‘Iracema’ e ‘Lucíola’, de José de Alencar, para as editoras IBEP-Nacional/Lazuli. Seu blog Sorriso de Medusa foi selecionado para a exposição <em>Blooks – L</em>iteratura digital, realizada em 2009, no SESC Pinheiros, com curadoria de Heloisa Buarque de Hollanda. Desde 2011, roteiriza o romance ‘Orlando’, de Virginia Wolf para uma Grafic Novel, em parceria com a ilustradora Luana Geiger, para a Editora Peirópolis. Prepara seu primeiro romance para a Coleção <em>Que Viagem</em>, do selo literário Edith.</p>
<p><strong>Monica Martinez</strong> é Doutora em Ciências da Comunicação pelo Núcleo de Epistemologia da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, tem pós-doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (Póscom) da Universidade Metodista de São Paulo. É docente da pós-graduação em nível de lato sensu da Associação Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL), da Disciplina de Jornalismo Literário da Habilitação em Jornalismo da UniFIAMFAAM e do curso de Redação Criativa e Memória, Perfil e Biografia do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. É co-criadora do Núcleo Granja Viana-SP da Joseph Campbell Foundation. Na área literária, é autora de <em>Tive uma Ideia! O que é criatividade e como desenvolvê-la</em> (Paulinas, 2011); <em>Jornada do Herói: Estrutura narrativa mítica para a construção de histórias de vida em jornalismo</em> (Annablume/Fapesp, 2008); <em>Martin Luther King</em> (Salesiana, 2007), <em>Gandhi</em> (Salesiana, 2006), entre outros trabalhos.</p>
<p><strong>Nanete Neves</strong> é Graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista, e pós-graduada em Formação de Escritores pela ESDC, fez o Curso de Criação Literária da Unicsul-Terracota. Lecionou Jornalismo na Universidade de Mogi das Cruzes (SP), e desde 2011 ministra o curso de Biografias &amp; Ghostwriting na Oficina de Escrita Criativa enquanto escreve textos de ficção e não ficção. É autora do livro-reportagem <em>Lavoura dourada – A saga dos produtores de tabaco do Sul do Brasil</em> (Editora Évora, 2010) e, como ghostwriter, editou quase 20 livros de não ficção para as editoras Saraiva, Campus Elsevier, Larousse e Planeta, empresas em que também atua como preparadora de originais e editora.</p>
<p><strong>Lu Reis</strong> é Formada em Português e Espanhol pela USP, já lecionou, trabalhou com redes sociais da América Latina e hoje é redatora num site de E-commerce, revisora de livros e escreve semanalmente sobre passeios e viagens por menos de R$ 100 em um blog com este nome.</p>
<p><strong>Bruno Cobbi</strong> é publicitário, blogueiro em jornada dupla e pesquisador de novas mídias. Seu blogue Aprendiz de Escritor está entre os mais visitados do país na categoria de blogues sobre escrita. Já publicou contos em coletâneas e atualmente trabalha na publicação do seu primeiro romance.</p>
<p><strong>Kizzy Ysatis</strong> é o nome artístico utilizado por Cristiano de Oliveira Marinho (Santos, 10 de maio de 1977), um escritor brasileiro. Em 2005, seu romance de estreia <em>O Clube dos Imortais</em>(Novo Século, 2006) ganhou o prêmio Rachel de Queiroz na categoria Melhor Romance concedido pela União Brasileira de Escritores (UBE-RJ) em cerimônia na Academia Brasileira de Letras (ABL), tornando-se o único escritor no Brasil a ganhar um prêmio com um livro sobre vampiros. Recebeu o prêmio de Honra ao Mérito no Concurso Internacional de Literatura da UBE pelo romance <em>O Mistério do Rio das Rosas Brancas</em> (no prelo). <em>O Clube dos Imortais</em> é o Livro 1 da Trilogia Leão Negro, que narra a trajetória do vampiro Luar em sua busca obcecada por Álvares de Azevedo, numa mescla dos gêneros Literatura Fantástica e Romance Histórico. A saga continua no livro 2 – <em>O Diário da Sibila Rubra</em> (Novo Século, 2008), e conclui no livro 3 – <em>A Queda do Vampiro</em> (Previsto para 2012). É coautor de <em>A Tríade</em>(Terracota, 2010), o primeiro romance nacional feito por 4 escritores. Organizou a coletânea de contos <em>Território V</em> (Terracota, 2009).</p>
<p><strong>Marcelo Maluf</strong> é mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP. Escreveu as novelas infanto-juvenis: <em>Jorge do Pântano que fica logo Ali</em> (FTD, 2008) e <em>Meu pai sabe voar</em> (FTD, 2009) em parceria com Daniela Pinotti. Organizou a antologia de contos infanto-juvenis <em>Era uma vez para Sempre</em> (Editora Terracota, 2009). Tem contos publicados em diversas antologias, revistas e sites literários. Bloga em: www.marcelomaluf.blogspot.com .</p>
<p><strong>Petê Rissatti</strong> é tradutor profissional e preparador de textos desde 2000, formado em Letras com habilitação em tradução inglês/português pelo Centro Universitário Ibero-Americano e especializado em tradução do idioma alemão pela Universidade de São Paulo. Traduz e prepara textos para agências de tradução e editoras, como Editora Globo, Benvirá, LP&amp;M, Verus, Tinta Negra Bazar Editorial, Intrínseca e outras. Quando não está traduzindo, ataca como escritor. Blog: http://peterissatti.com</p>
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		<title>Sobre Neil Gaiman, pirataria, velhos mestres e novas magias</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 16:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Analfabetismo funcional]]></category>
		<category><![CDATA[eBook]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Gaiman]]></category>
		<category><![CDATA[Pirataria]]></category>
		<category><![CDATA[Tibor Moricz]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei esse vídeo no meio de um dos ótimos quebra-paus debates que o Tibor está propondo lá no blog dele. O segundo, para ser mais exato, sobre merchan e ebooks. Nele, um jornalista faz uma pergunta ao Gaiman sobre a pirataria de livros na web. Prova de que eu não escolho meus ídolos a toa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei esse vídeo no meio de um dos ótimos <del>quebra-paus</del> debates que o Tibor está propondo lá no blog dele. O segundo, para ser mais exato, sobre <a href="http://esooutroblogue.wordpress.com/2011/12/22/merchandising-literario-seria-uma-solucao-contra-a-pirataria/">merchan e ebooks</a>. Nele, um jornalista faz uma pergunta ao Gaiman sobre a pirataria de livros na web.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="280" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/3odgel4zU6s;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="280" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/3odgel4zU6s;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Prova de que eu não escolho meus ídolos a toa, o Gaiman transcende a pergunta e traz o seguinte argumento &#8220;o inimigo não é a idéia que as pessoas estão lendo livros de graça pela internet, o inimigo são as pessoas que não lêem&#8221;.</p>
<p>A livre circulação de cultura arruína com muitos modelos de negócio existentes, mas ela vai além disso. O surgimento dessa tendência como um desdobramento natural, fruto dessa aparente sede de cultura — uma evolução da sede de entretenimento talvez? — já dá indícios claros que não só os mercadores culturais terão muito trabalho pela frente redesenhando seus contratos.</p>
<p>Aqui é onde eu ouso ir além do Gaiman: a minha tribo não é das pessoas que lêem. A minha tribo é a das pessoas que jogam, experimentam, descobrem e <strong>vivem</strong>. </p>
<p><span id="more-2001"></span>É essa a tribo que está aí fora, senhores. </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="280" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/MaSYa0QNVUM;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="280" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/MaSYa0QNVUM;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Diante disso, é natural (e inevitável) que os artistas também transcendam. </p>
<p>A <strong>tinta</strong>, o <strong>corpo </strong>e o <strong>som </strong>estão aí desde que o mundo é mundo. Há pouca magia que já não tenha sido realizada usando esses três ingredientes. Agora computadores, internet, celulares, redes sociais e outras maravilhas do nosso século são fenômenos novos, reais, cheios de magia a ser explorada. </p>
<p>E se é que ainda há alguma magia ancestral a ser feita usando a velha tríade tinta/corpo/som eu apostaria que ela está estritamente ligada às consequências causadas por esses novos ingredientes.</p>
<p>Quando é que vamos parar de macaquear nossos ancestrais? Quando é que vamos perceber que temos o cérebro mole para aceitar as mudanças? Para evoluir!</p>
<p>Cabe aos novos artistas misturar esses novos ingredientes com tanta versatilidade e talento quanto os antigos mestres usaram nos ingredientes que eles tinham em mãos.</p>
<p>E sabe lá do que essas novas magias serão capazes&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>17 Dicas do Mario Persona para escrever um livro bacana (e +3 dicas minhas e suas pra completar 20)</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/17-dicas-do-mario-persona-para-escrever-um-livro-bacana-e-3-dicas-minhas-e-suas-pra-completar-20/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Persona]]></category>

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		<description><![CDATA[Tirando as piadinhas meio nhé, o vídeo traz algumas dicas bacanas (e outras mais babacas e repetitivas). Listei um resumo abaixo, destacando e comentando as que eu mais gostei. No vídeo ele estraga comenta todas. Converse com o leitor. Use linguagem informal. Crie frases curtas. Comece com uma pergunta. (isso instiga mesmo, neurolinguisticamente!) Seja um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/aaIPzxt_VEM" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Tirando as piadinhas meio <em>nhé</em>, o vídeo traz algumas dicas bacanas (e outras mais babacas e repetitivas).</p>
<p>Listei um resumo abaixo, destacando e comentando as que eu mais gostei. No vídeo ele <del>estraga</del> comenta todas.</p>
<p><span id="more-1982"></span></p>
<ol>
<li>Converse com o leitor.</li>
<li>Use linguagem informal.</li>
<li>Crie frases curtas.</li>
<li><strong>Comece com uma pergunta.</strong> <em>(isso instiga mesmo, neurolinguisticamente!)</em></li>
<li>Seja um escultor de parágrafos.</li>
<li><strong>Use o humor como atalho.</strong> <em>(e não é só no texto, é na vida!)</em></li>
<li><strong>Não diga tudo.</strong> <em>(tenha sempre um Ás na manga — ou um Valetinho, no mínimo)</em></li>
<li>Brinque com as palavras.</li>
<li>Rime e poetise.</li>
<li><strong>Abuse do corriqueiro.</strong><em> (tenho paixão por <a href="http://www.hortifruti.org/wp-content/uploads/2011/11/A-filosofia-sacolejante.pdf">releituras inteligentes do óbvio</a>)</em></li>
<li><strong>Leve o leitor para a cozinha.</strong> <em>(ou pro bar, pra tomar uma!)</em></li>
<li>Polvilhe alguma erudição.</li>
<li>Faça o leitor viajar.</li>
<li>Termine o parágrafo com suspense.</li>
<li>Escreva com ritmo.</li>
<li><strong>Ouse errar.</strong> <em>(errar é sinônimo de peregrinar)</em></li>
<li>Transforme seu leitor em cúmplice.</li>
</ol>
<p>Pra completar 20, eu lanço minhas três:</p>
<ol>
<li style="padding-bottom:10px"><strong>Escritores escrevem.</strong> Você vai dizer <em>&#8220;Uau! Que insight!&#8221;</em>, mas sim, essa é a minha dica número 1. Essa história de &#8220;tenho um livro na minha cabeça&#8221; ou &#8220;minha vida daria um livro&#8221; <em>nón ecziste!</em>  Não existe livro ou conto que não esteja escrito e nenhum deles nasceu pronto. Se até a muralha da China começou com uma meia dúzia de tijolinhos, você acha mesmo que vai parir um Guimarães logo de cara?</li>
<li style="padding-bottom:10px"><strong>Leia bons livros.</strong> Se você não tem tempo pra ler bons livros, não terá tempo para escrever bons livros, ponto final. E só leia o que gostar, de Machado a Coelho. De Clarice a Surfistinha. Não ligue pro que as pessoas falam, mas não se obrigue a engolir mais do que 3 capítulos a contragosto. Abandone sem medo. A vida é curta demais pra ler livros a contragosto.</li>
<li><strong>Começar é difícil, continuar é ainda pior.</strong> Terminar então, é para poucos. Escrever um livro é como dirigir a noite, só se enxerga até onde os faróis alcançam, mas dá pra fazer toda a viagem numa boa. Depois da ousadia para sair da garagem, tudo o que você vai precisar é ficar atento para não se perder no caminho.</li>
</ol>
<p>Aguardo as três dicas complementares de vocês aí nos comentários!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>2012: A Profecia Maia &amp; O Futuro do Aprendiz de Escritor</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/a-profecia-maia-o-futuro-do-aprendiz-de-escritor/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 19:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos & Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Sterling]]></category>
		<category><![CDATA[C3PO]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Brites]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro Extensão para o Futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Future Extension Convention]]></category>
		<category><![CDATA[Gamification]]></category>
		<category><![CDATA[God of War]]></category>
		<category><![CDATA[Guru]]></category>
		<category><![CDATA[II FECON]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Multimídia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nelson de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[O Sol se Põe em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Prática de Criação Literária]]></category>
		<category><![CDATA[Storytelling]]></category>
		<category><![CDATA[terracota]]></category>
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		<category><![CDATA[Unicsul]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Cruzeiro do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[O título é apocalíptico, mas esse post tem tanta notícia boa que chega a me dar coceira no nariz de tanta alegria. Semana passada, divulguei aqui minha estréia como palestrante no II FECON. Lá, sucedi um dos cabeças do movimento cyberpunk, liderando junto ao meu guru Nelson de Oliveira um debate sobre as tendências da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título é apocalíptico, mas esse post tem tanta notícia boa que chega a me dar coceira no nariz de tanta alegria.</p>
<p>Semana passada, <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/ii-fecon-futuro-arte-novas-midias-e-mercado/">divulguei aqui</a> minha estréia como palestrante no II FECON. Lá, <a href="http://terracotaeditora.com.br/?p=648">sucedi um dos cabeças do movimento cyberpunk</a>, liderando junto ao meu guru <a href="http://urbanalenda.blogspot.com/">Nelson de Oliveira</a> um debate sobre as tendências da arte e do mercado de literatura capitaneado por <a href="http://hipocentro.blogspot.com/">Claudio Brites</a>. Tudo isso <a href="http://bit.ly/2fecon">dentro de uma das maiores universidades brasileiras</a>, então é lógico que a palestra estava cheia — salas de engenharia à jornalismo, de bichos à veteranos. Lógico que, de tão nervoso que eu estava, passei mal durante o dia e até choveu no caminho pra lá.</p>
<p><span id="more-1964"></span>Felizmente <strong>foi um sucesso danado</strong>. A platéia se deixou seduzir pela nossa tentativa de espetáculo. Riram e choraram conosco. Verdade! <a href="http://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150525502877494.434829.527952493">Veja os fotos no Facebook</a>! Oramos junto ao guru agradecendo os mistérios descobertos nos últimos dois séculos — coisas simples, da anestesia à lâmpada incandescente — e nos entregamos ao atrevimento de mergulhar no portal que separa o abismo do &#8220;daqui a pouco&#8221; da nebulosa sideral que é o &#8220;felizes para sempre&#8221;.</p>
<p>Falamos do <em>Storytelling</em> (o nome chique da velha história em torno da fogueira), decupamos a <em>Transmídia</em> (aquela coisa da história que não cabe num só livro, filme ou jogo) e finalmente, do <em>Gamification</em> — tese essa sobre a qual eu já gozo de quase duas décadas de experiência, de Enduro à God of War III. Se você não estava lá, acompanhe os slides e tente farejar um pouco daquilo no que nos lambuzamos por lá.</p>
<div id="__ss_10504369" style="width: 425px;"><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/10504369" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="425" height="355"></iframe></div>
<p>O fato é que não há como reproduzir o que houve ali. Aconteceu um milagre naquela sala. Se há um Espírito Santo, ele estava ali entre nós, comendo pipoca e dando risada conosco. Satisfeito com as veredas que se insinuam adiante dos Aprendizes de Escritor e de suas insatisfeitas platéias de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MaSYa0QNVUM"><em>Millenials</em></a> — sonhadoes utópicos, anarquistas digitais, otimistas fragmentados — protestando com um desinteresse ensurdecedor diante do chiste que farejam nos livros de ontem, no cinema de hoje, nos games de amanhã e no mercado de sempre.</p>
<h1>A vaia é a deixa que todo Aprendiz precisa</h1>
<p>Haverá um 2012 de catástrofes perfeitas, afinal a melhor coisa que pode acontecer para um Aprediz de Escritor — ou de Cineasta, de Dramaturgo, de Roteirista e, até ousando — <strong>a melhor coisa para um Aprendiz de Artista é uma platéia insatisfeita</strong>. Significa que a hora de vasculhar os cérebros desse público chegou ao fim. Significa que a era de rastejar pela cochia acabou. Chega de conferir e costurar plumas e paetés no desfile dos mestres. É hora de arregaçar as mangas e subir no palco com um salto mortal. E não se trata de um salto mortal qualquer. O bom aprendiz sabe que o salto certo é aquele que seu mestre lhe ensinou desde sempre, mas que atualmente é incapaz de realizar por motivos espírito-fisio-filosóficos, por óbvias razões espaço-temporais.</p>
<p>No seu romance <a href="http://www.skoob.com.br/livro/7330-o-sol-se-poe-em-sao-paulo">O Sol se Põe em São Paulo</a>, Bernardo de Carvalho deixa bem claro: &#8220;<strong>Os melhores escritores são aqueles que nunca escreveram nada.</strong>&#8221;</p>
<p>Não há o que questionar.</p>
<p>Não se pode ser isso duas vezes na mesma encarnação. Não há melhor liberdade para o artista. Não há melhor expetativa para público. A estréia é a virgindade artística. Tesão puro.</p>
<h1>Um sonho e dois caprichos</h1>
<p>A profecia de 2012 envolve a realização de um dos meus maiores sonhos.</p>
<p>Sim, eu tenho vários (e você, se não já tem, também deveria conjugar esse verbo no plural), mas estamos falando desse que é <a href="http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=336960802986489&amp;id=100000177174356">ver um livro só meu ser publicado em larga escala</a>. Nesse sonho, estão implícitos dois caprichos: que a editora fosse mais comprometida com <a href="http://terracotaeditora.com.br/?page_id=2">os desígnios da boa literatura</a> do que com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wIBsnDGPIOo">o apetite do deus-mercado</a> e que eu não tivesse que colocar a mão no meu bolso para garantir minha primeira publicação integral.</p>
<p>Assim, vendo profissionais do livro, experts em boa literatura, gastando um dinheirão pra transformar apenas e tão somente as minhas maluquices literárias num produto comercializável, bom, aí eu teria certeza que há mais gente tão insana quanto eu desse lado da via láctea e que talvez eu esteja certo quanto ao meu destino nesse planeta. Eu teria um sopro de esperança de que, com uma acrobacia bem dada, eu tenho alguma chance de domar os jabutis que espreitam na vastidão sideral da literatura. Ou de seduzi-los. Se esse produto vender bem então&#8230; Nossa!</p>
<p>Bom, mas vender é outra história.  Para isso eu estou mais do que disposto a ajudar os malucos profissionais que me adotaram.</p>
<h1>Sim, você lerá um livro meu no ano que vem</h1>
<p>Em resumo é isso. Eu já <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/paradigma/">gritei e esperneei como um colegial </a><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/paradigma/">por aqui</a> quando <a href="http://pt.scribd.com/doc/59624495/Bruno-Cobbi-O-Mendigo-e-O-Dragao">estreei com um conto para vocês</a> então vou popá-lo dessa vez. Além do mais, agora eu acho que já tenho mais noção da responsabilidade que é essa coisa toda, a tal da estréia, essa virgindade.</p>
<p>Logicamente, isso provavelmente explica o meu sumiço aqui pelo blog nas semanas que se passaram. Sobre isso, conversaremos sério depois. Sei que não posso sumir das suas vistas assim, <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/nanowrimo-2010-o-vale-tudo-da-literatura/">em pleno mês de NaNoWriMo</a> e chegar reaparecendo <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150525504252494&amp;set=at.10150525502877494.434829.527952493.527952493&amp;type=1&amp;theater">com essa cara lisa</a>, sem dar maiores explicações. Que dirá depois <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/nanowrimo-o-que-eu-aprendi-sobre-ser-escritor/">da bela postagem que fiz ano passado</a>, que, modéstia à parte, ficou bem legal, lembra? Não? <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/nanowrimo-o-que-eu-aprendi-sobre-ser-escritor/">Lê lá</a>.</p>
<p>Sem o novembro passado e tudo que eu escrevi por lá, nem sei o que seria da minha publicação em novembro do ano que vem. Nem sei <strong>se seria</strong>.</p>
<p>Tolices à parte, ainda tenho mais uma ótima notícia antes de ir embora.</p>
<h1>E não é só isso que faremos juntos em 2012</h1>
<p>Se meu ano passado foi de Aprendiz, o próximo será de Mestre! Além do livro, fui convidado a ministrar um dos módulos no curso de <a href="http://terracotaeditora.com.br/pcl/">Prática de Criação Literária</a> lá da Terracota: <strong>Literatura Multimídia</strong>. A oficina será um passeio com paradas obrigatórias por essa coisa de <em>storytelling</em>, <em>transmídia</em>, <em>gamification</em>, redes sociais, blogs, twitters, celulares e outros suportes que estão se ajoelhando diante da velha arte de colocar uma palavra depois da outra.</p>
<p>É, a coisa foi boa mesmo lá na palestra.</p>
<p>Lógico que eu vou manter você informado sobre as duas coisas — o livro e o curso. Fica tranquilo.</p>
<p>Entretanto, quero terminar repetindo um agradecimento que digitei com lágrimas nos dedos no ano passado, logo depois da noite de lançamento <a href="http://pt.scribd.com/doc/59624495/Bruno-Cobbi-O-Mendigo-e-O-Dragao">daquele conto que falei ali em cimai</a>&#8230;</p>
<h1><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/namaste/">Namastê</a></h1>
<p>Namastê a <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/namaste/">esses que se repetem num palpitar vital à minhas letras</a> e a todos os que eu (re)descobri de lá pra cá — <strong>Tales</strong> (o eterno gafanhoto), <strong>Dani</strong> (a curadora do cotidiano), <strong>Mari</strong> (que me fez reacreditar em publicidade do bem), <strong>Pedro</strong> (o bardo que voltou e já se foi de novo) e <strong>Teylor</strong> (que era mesmo o D&#8217;artagnan, só que jedi).</p>
<p>Do jeito que a coisa vai, vou precisar de um outdoor para os agradecimentos do livro, no ano que vem.</p>
<p>Dá pra entender porque muito autor sintetiza tudo agradecendo a Deus, mas não&#8230; Eu não.</p>
<p>Adoro dar nome aos Deuses. O que é ser escritor afinal.</p>
<p>Estou ficando sentimental. Já chega.</p>
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		<title>Escrevendo no frigir dos ovos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 19:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nadaver]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto abaixo chegou até mim anônimo. Impossível não dividir com vocês. Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo chegou até mim anônimo. Impossível não dividir com vocês.</p>
<blockquote><p>Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.</p>
<p>E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas. Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo. </p>
<p>Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos. </p>
<p><span id="more-1952"></span>Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão. </p>
<p>Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese&#8230; etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou. </p>
<p>O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente. </p>
<p>Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco&#8230; </p>
<p>A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho. </p>
<p>Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.
</p></blockquote>
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		<title>Como viver de literatura?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 08:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos & Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre Ser Escritor]]></category>
		<category><![CDATA[Edson Rossatto]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Brás]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Pinheiros]]></category>
		<category><![CDATA[Rossato]]></category>
		<category><![CDATA[SESC]]></category>

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		<description><![CDATA[O sonho de todo escritor é viver exclusivamente de sua produção literária, mas nem sempre isso é possível. Junte-se aos Escritores de Quinta, um coletivo literário que se reúne mensalmente no Sesc Pinheiros, para discutir essa questão: é possível viver de literatura? Não importa se você é leitor, escritor profissional, amador ou apenas um curioso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sonho de todo escritor é viver exclusivamente de sua produção literária, mas nem sempre isso é possível.</p>
<p>Junte-se aos <a href="http://escritoresdequinta.com.br/">Escritores de Quinta</a>, um coletivo literário que se reúne mensalmente no Sesc Pinheiros, para discutir essa questão: <a href="http://www.facebook.com/events/318591341500349/">é possível viver de literatura</a>?</p>
<p><center><img title="Escritores de Quinta" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2011/11/curadores_edq-300x252.jpg" alt="Escritores de Quinta" width="300" height="252" /></center>Não importa se você é leitor, escritor profissional, amador ou apenas um curioso sobre o assunto, qualquer pessoa interessada pode e deve comparecer ao evento.</p>
<p>Os Escritores da Quinta se reúnem no Sesc Pinheiros, sempre na última quinta-feira de cada mês.</p>
<p>Seja bem-vindo!</p>
<p><center><img class="alignnone size-full wp-image-1945" title="logo_edq" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2011/11/logo_edq.jpg" alt="" width="180" height="91" /></center><strong>Escritores de Quinta:</strong> Como viver de literatura? (Grátis)<br />
<strong>Curadoria:</strong> Bruno Cobbi, Edson Rossatto e Nelson de Oliveira<br />
<strong>Quando:</strong> 24/11/2011, das 19h30 às 22h00<br />
<strong>Onde:</strong> Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 – São Paulo – SP<br />
<strong>Informações:</strong> Tel. (11) 3095-9492</p>
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