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	<title>Aprendiz de Escritor</title>
	
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	<description>Aqui, eu posto os meus exercícios — trechos da ficção que eu tanto gosto de escrever — e os meus ensaios, crônicas, artigos, dicas de eventos, de livros, de filmes e tudo o que eu acho pertinente a esse mundo no qual eu estou entrando agora: o de escritor.</description>
	<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 16:08:54 +0000</pubDate>
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		<title>PraLer!</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 20:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Evento]]></category>

		<category><![CDATA[Casa das Rosas]]></category>

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		<description><![CDATA[O convite fala por si só&#8230;
Em um mundo cercado de tecnologia e informação rápida, o grande desafio do Projeto PraLer é incubar a semente da literatura no terreno mais fértil - a mente das crianças. Para isso, foi desenvolvido o PraLer no Parque - um circuito de atividades lúdicas que incluem contadores de histórias, teatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O convite fala por si só&#8230;</p>
<blockquote><p>Em um mundo cercado de tecnologia e informação rápida, o grande desafio do Projeto PraLer é incubar a semente da literatura no terreno mais fértil - a mente das crianças. Para isso, foi desenvolvido o <strong>PraLer no Parque</strong> - um circuito de atividades lúdicas que incluem contadores de histórias, teatro de bonecos, oficinas de brinquedos, brinquedoteca pedagógica, entrevistas com autores infantis e atividades de familiarização com as bibliotecas.</p></blockquote>
<p><span id="more-667"></span></p>
<blockquote><p>As atividades serão realizadas em um dos ambientes mais confortáveis e convidativos da cidade: um roseiral, no jardim da Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura.</p>
<p>As atividades acontecerão todos os domingos, entre os dias 12 de outubro e 28 de dezembro. Confira a programação das próximas edições do <strong>PraLer no Parque:</strong></p>
<h3>Dia 14 de Dezembro</h3>
<p><strong>Viva a festa e a Floresta (12h)</strong><br />
Cia Saladavinte de teatro com bonecos. Na floresta Encantada onde conviviam o Coelho, o Jabuti, o Macaco, o Sapo e até mesmo o temido Lobo. Os companheiros resolvem fazer uma festa para comemorar a chegada da Primavera, porém não contavam com a intromissão do  ganancioso caçador, disposto a tudo para vendê-los para o zoológico.</p>
<p><strong>Projeto Versos sem Fronteiras (13h30)</strong><br />
Projeto de incentivo à leitura e escrita desenvolvido pelo Colégio Municipal Isabel Ribeiro Leal Leite, de Cotia, trará 50 crianças com idades entre 7 e 9 anos, que recitarão poemas de José Paulo Paes, Cecília Meireles e Vinícius de Moraes, entre outros escritores, além de poemas de autoria das próprias criança.</p>
<p><strong>Cacá Lopes (14h)</strong><br />
No repertório, músicas de seu mais recente, CD &#8220;Carta a Um Amigo&#8221;, além de Trava-línguas de Sucesso, do Espetáculo CORDEL NAS ESCOLAS, que apresenta há 14 anos nas Escolas Publicas e Particulares de São Paulo, com seu parceiro Costa Senna. Acompanhado de violão, gaita e voz, Cacá Lopes é presença constante nos Palcos de Universidades, ONGs, SESCs e Espaços Alternativos da Cidade, com suas cantigas e cordéis.</p>
<p><strong>Musicantes (15h)</strong><br />
O grupo recorre a um conjunto de atividades lúdicas e musicais, tendo sempre em vista o desenvolvimento da musicalidade dos participantes, ao lado do exercício consciente de diversas qualidades humanas. O grupo visa estimular tanto o resgate de jogos expressivos e brincadeiras musicais da cultura brasileira, quanto a criação de novas atividades lúdicas.</p>
<p><strong>Oficinas de brinquedos - Sandra</strong><br />
Nos intervalos das apresentações acontecerão oficinas lúdicas, com uma brinquedoteca gratuita que disponibilizará piões, pernas-de-pau, bilboquês, jabolôs e cordas de pular, entre outros brinquedos, para o livre uso das crianças.</p>
<h3>Dia 21 de Dezembro</h3>
<p><strong>Magia de Natal (12h)</strong><br />
Cia Saladavinte de teatro com bonecos. Baseado em  &#8220;O Conto de Natal&#8221;, de Charles Dickens. Dom Tomé, um velho rico e rabugento, esconde-se na floresta na noite de natal, para fugir da alegria. Ao adormecer, é visitado em sonho por Papai Noel e seus duendes que o farão passar por várias situações engraçadas e comoventes,  trazendo à tona a sua criança interior.</p>
<p><strong>César Obeid (14h) </strong><br />
César Obeid, escritor, educador e cordelista, conta as histórias dos seus livros que tratam sobre animais; &#8220;O Cachorro do Menino&#8221; e &#8220;O Valente Domador&#8221;. Também são apresentadas lindas poesias sobre os bichos, além de versos improvisados.</p>
<p><strong>Carlos Galdino (15h) </strong><br />
Apresentação do &#8220;Cordel pra ler o Mundo&#8221; - apresentação litero-musical em que a integração entre o público e o artista é a principal meta. Carlos Galdino, poeta e tradutor, é líder dos grupos artísticos Candieiro Incendiário e Coletivo S.A.M.P.A.</p>
<p><strong>Oficinas de brinquedos - Sandra</strong><br />
Nos intervalos das apresentações acontecerão oficinas lúdicas, com uma brinquedoteca gratuita que disponibilizará piões, pernas-de-pau, bilboquês, jabolôs e cordas de pular, entre outros brinquedos, para o livre uso das crianças.</p>
<p><strong>Onde:</strong> Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, Av. Paulista, 37, Paraíso, São Paulo, SP<br />
<strong>Informações:</strong> (11) 3331-5549 ou <a href="mailto:estadoleitor@uol.com.br" target="_blank">estadoleitor@uol.com.br</a>.</p></blockquote>
<p>Divulgado? <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Azrael (v 1.2)</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/azarel12/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 19:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ficção Fantástica]]></category>

		<category><![CDATA[Azrael]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis que eu envio um anjo diante de ti,
para que te guarde pelo caminho,
e te leve ao lugar que te tenho preparado.
— Êxodo 23:20

Gosto férreo de sangue e música turbulenta. Cabeça dolorida, latejando nas pancadas frenéticas de um sintetizador onipresente. Calcanhares arrastando no chão e a percussão se afastando.
Olhos inchados. Força para abri-los. Gotas escarlates [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Eis que eu envio um anjo diante de ti,<br />
para que te guarde pelo caminho,<br />
e te leve ao lugar que te tenho preparado.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— Êxodo 23:20</p>
<p><span id="more-644"></span></p>
<p>Gosto férreo de sangue e música turbulenta. Cabeça dolorida, latejando nas pancadas frenéticas de um sintetizador onipresente. Calcanhares arrastando no chão e a percussão se afastando.</p>
<p>Olhos inchados. Força para abri-los. Gotas escarlates no chão de sombras que escorre abaixo. Ranger de porta sendo aberta: barulho de fundos de espelunca. Pisca ou dorme?</p>
<p>Mandíbula contra o chão de um beco. Cheiro podre e gosto doce. <em>Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?</em> Na direção da voz: uma silhueta contra a luz parda de um poste velho. Jeans, jaqueta e calça. Pés descalços entre a face e o chão. Silêncio e sereno.</p>
<p>Um chute firme explode o septo e um supercílio em vertigem. Dor negra. Visco doce e sangue azedo. Cuidadosamente, dedos se entrelaçam nos cabelos. <em>E foi ele a seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui; quem és tu, meu filho?</em> Rosto três vezes contra a calçada; testa-queixo-nariz. Pretidão morna. Torpor pegajoso.</p>
<p>Barulho e trancos de roupa rasgando. <em>Para isto te mantive, para mostrar meu poder em ti.</em> Nem céu nem chão, nem luz nem sombra, só o assovio — gomos de metal num zunido lancinante e entorpecente. Dormência. Um chute no estômago engasga a boca. Gosto ácido no nariz; mostarda ou pimenta? Tosse. Pancada no rosto; joelho ou cotovelo? Dentes quentes e moles. Sangue ou vômito?</p>
<p>Protege e estrala. Junta forças ou pigarreia? Afagos nos cabelos úmidos, tirados carinhosamente da face. <em>Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.</em> Assusta e afasta. Quebra o pulso tentando acuar-se. Grito ou estralo seco? Soluço e silêncio.</p>
<p>Latas latindo e pés pelas poças. Borrões nítidos. Jaqueta no chão e costas nuas. Um majestoso par de asas de penas cândidas. <em>Torna-te do furor da tua ira, e arrepende-te deste mal contra o teu povo.</em></p>
<p>E voa.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A Fome do Tibor [ATUALIZADO]</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 15:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Evento]]></category>

		<category><![CDATA[Aguarrás]]></category>

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		<description><![CDATA[E também vou estar lá!

Experimente um pedacinho!

Esse é o segundo livro do Tibor , dessa vez pela Tarja Editorial (o primeiro, Síndrome de Cérbero, foi pela JR Editora). Uma coletânea com quinze contos entrelaçados num mundo apocalíptico! Compro (autografado, óbvio!  ), confiro e destrincho.
Falando em destrinchar. Leia a boa resenha do Eric Novello no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E também vou estar lá!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/12/convite_fome.jpg"><img class="size-medium wp-image-630 aligncenter" title="convite_fome" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/12/convite_fome-300x273.jpg" alt="" width="300" height="273" /></a></p>
<p>Experimente <a href="http://tmoricz.livejournal.com/689.html" target="_blank">um pedacinho</a>!</p>
<p><span id="more-629"></span></p>
<p>Esse é o segundo livro do <a href="http://tmoricz.livejournal.com/" target="_blank">Tibor</a> , dessa vez pela <a href="http://www.tarjaeditorial.com.br/site/index.html" target="_blank">Tarja Editorial</a> (o primeiro, <a title="Leia sobre no fantastik.com.br" href="http://fantastik.com.br/tibor-moricz/">Síndrome de Cérbero</a>, foi pela JR Editora). Uma coletânea com quinze contos entrelaçados num mundo apocalíptico! Compro (autografado, óbvio! <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt=':cool:' class='wp-smiley' /> ), confiro e destrincho.</p>
<p>Falando em destrinchar. Leia a boa resenha do Eric Novello no <a href="http://aguarras.com.br/2008/11/05/fome-de-tibor-moricz/" target="_blank">Aguarrás</a> e o comentário (mais pessoal) dele no <a href="http://skavis.wordpress.com/2008/10/30/fome-de-tibor-moricz/" target="_blank">Skavis</a>.</p>
<p>O Livro?</p>
<blockquote><p>Quando a Civilização se acabar, nada restará a não ser a urgência da saciedade física.</p>
<p>A fome predominará acima de todas as necessidades humanas. Sentimentos e conflitos internos nada serão além de escombros, aço retorcido e ossos limpos. Passará a existir uma nova miríade de convenções humanísticas, religiosas e de sobrevivência, com alicerces edificados sobre a carne, o sangue.</p>
<p>O tempo das analogias terminará com a mesma urgência com que a moral humana se esvairá da mente e coração dos que sobrevirem a essa época. Não existirá esperança nas mentes. Não subsistirá piedade nos olhares. Não restará fé nos corações.</p>
<p>Mas sempre restará vida.</p>
<p>E onde restar vida, haverá Fome.</p>
<p>Obras que abordam o fim do mundo são comuns na literatura. Em sua maioria, focam seus argumentos na superação humana, com sua incrível capacidade de ultrapassar limitações, de vencer todas as batalhas, de reafirmar nossa espécie como a dominante no planeta.</p>
<p>Fome vem na contramão histórica, apresentando um argumento que denuncia o homem como o real predador de si mesmo, sem chances de redenção, sem nenhuma possibilidade de se salvar. Uma luta sangrenta por sobrevivência que, assim como nos dias atuais, segue firme rumo à extinção da humanidade.</p>
<p>Tibor Moricz não demonstra pudor em sua narrativa. Em uma teia de acontecimentos, narrada em 15 contos entrelaçados, personagens cruéis seguem adiante, um dia de cada vez, rumo ao futuro previsível: o fim. Cada conto possui a capacidade de perturbar profundamente os leitores. Fome vem para chocar.</p></blockquote>
<p><strong>Tibor Moricz</strong>, paulistano descendente de húngaros, é publicitário, autor do livro de ficção científica <em>Síndrome de Cérbero</em> (2007); recebeu indicação especial no <em>XI Concurso Nacional de Contos de Araraquara, Prêmio Ignácio de Loyola Brandão</em> (2007), com o conto <em>Ma Chérie</em>; vencedor do <em>Prêmio Braulio Tavares – 1º Concurso de Contos</em> (2007) promovido pela <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=23812" target="_blank">comunidade Ficção Científica</a>, no Orkut, com o conto <em>Filamentos iridescentes como numa chuva de néon</em>. Tem contos publicados no <a href="http://www.clfcbr.org/" target="_blank">CLFC</a>, <a href="http://www.brasilquele.com.br/" target="_blank">Brasil que lê</a> e nas revistas virtuais <a title="Download do PDF..." href="http://www.clfc.com.br/somnium/101.pdf">Somnium</a> e <a href="http://www.clfc.com.br/downloads/Kaliopes01.pdf" target="_blank">Kaliopes</a>; na revista <a href="http://www.scarium.com.br/" target="_blank">Scarium </a>e em diversos sites e blogs pela Internet.</p>
<h3>[ATUALIZADO]</h3>
<p>Resenha nova dos livros do Tibor (Síndrome de Cérbero + Fome) <a href="http://www.verbeat.org/blogs/posestranho/2008/12/mega-resenha---sindrome-de-cer.html" target="_blank">no blog Pós-Estranho</a>, por Fabio Fernandes. Tem até <a href="http://www.verbeat.org/blogs/posestranho/2008/12/entrevista---tibor-moricz.html" target="_blank">uma entrevista maneira com o autor</a>! No capricho!</p>
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		<enclosure url="http://www.clfc.com.br/somnium/101.pdf" length="1546102" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.clfc.com.br/somnium/101.pdf" fileSize="1546102" type="application/pdf" /><itunes:subtitle>E também vou estar lá! Experimente um pedacinho! Esse é o segundo livro do Tibor , dessa vez pela Tarja Editorial (o primeiro, Síndrome de Cérbero, foi pela JR Editora). Uma coletânea com quinze contos entrelaçados num mundo apocalíptico! Compro (autograf</itunes:subtitle><itunes:summary>E também vou estar lá! Experimente um pedacinho! Esse é o segundo livro do Tibor , dessa vez pela Tarja Editorial (o primeiro, Síndrome de Cérbero, foi pela JR Editora). Uma coletânea com quinze contos entrelaçados num mundo apocalíptico! Compro (autografado, óbvio! ), confiro e destrincho. Falando em destrinchar. Leia a boa resenha do Eric Novello no [...]</itunes:summary><itunes:keywords>Evento, Aguarrás, Brasil que Lê, CLFC, Eric Novello, Fábio Fernandes, Kaliopes, Pós-Estranho, Scarium, Skavis, Somnium, Tarja Editorial, Tibor Moricz</itunes:keywords></item>
		<item>
		<title>(Re)Lançamento do Neuromancer? [ATUALIZADO]</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/relancamento-do-neuromancer/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/relancamento-do-neuromancer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 08:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Evento]]></category>

		<category><![CDATA[Ana Cristina Rodrigues]]></category>

		<category><![CDATA[Ataíde Tartari]]></category>

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		<category><![CDATA[Tiago Araújo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem não pode estar presente lá no Canadá, em 1984 e nem no lançamento da Aleph, em 1991, essa é uma oportunidade única!  

Eu estarei lá!

Nelson de Oliveira foi o professor de poesia do nosso curso e, acredite ou não, cumpriu essa tarefa hercúlea de forma soberba a ponto de conquistar a todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem não pode estar presente lá <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Neuromancer" target="_blank">no Canadá, em 1984</a> e nem no <a href="http://www.editoraaleph.com.br/livra.asp?co=92" target="_blank">lançamento da Aleph</a>, em 1991, essa é uma oportunidade única! <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/12/convite_neuromancer.jpg"><img class="size-full wp-image-620 aligncenter" title="convite_neuromancer_mini" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/12/convite_neuromancer_mini.jpg" alt="" width="336" height="362" /></a></p>
<p>Eu estarei lá!</p>
<p><span id="more-618"></span></p>
<p><a title="Confira o blog dele!" href="http://urbanalenda.blogspot.com/" target="_blank">Nelson de Oliveira</a> foi o professor de poesia do <a href="http://www.esdc.com.br/POS/POS-FORMACAO_ESCRITORES.htm" target="_blank">nosso curso</a> e, acredite ou não, cumpriu essa tarefa hercúlea de forma soberba a ponto de conquistar a todos nós com sua tranquilidade e humildade. E eu que acreditava que a minha expectativa nesse módulo era praticamente insaciável, dado o meu repertório limitado (e minha curiosidade angustiante) nesse campo.</p>
<p>Continuo de gatinhos na poesia, mas agora pelo menos eu já sei ler! Mas é assim que é: <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/dicademestre/" target="_blank">uma letrinha de cada vez</a>&#8230; Muita calma, meu rapaz.</p>
<p>Vamos? <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>[ATUALIZADO]</h3>
<p>Yeah! Já fui, já voltei e já consegui um exemplar pra resenhar pra galera!!!</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center"><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/12/convite_neuromancer.jpg"><img class="size-medium wp-image-662 aligncenter" title="imagem012" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/12/imagem012-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><span style="color: #999999;"><em>&#8220;mas o objetivo principal é distribuir<br />
para fãs e formadores de opinião&#8221;</em></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a title="Não é pra qualquer um não hein! ^^" href="http://www.verbeat.org/blogs/posestranho/2008/12/da-serie-agradecimentos-1.html" target="_blank">Morram de inveja</a> e acompanhem o blog! Trarei novidades em breve!</p>
<p>He, he, he! <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Links Potencialmente Interessantes 3</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/lpi3/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/lpi3/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 09:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[LPI]]></category>

		<category><![CDATA[Alessandro Martins]]></category>

		<category><![CDATA[Allen Ginsberg]]></category>

		<category><![CDATA[AllMyBooks]]></category>

		<category><![CDATA[ArrobaZona]]></category>

		<category><![CDATA[Ato ou Efeito]]></category>

		<category><![CDATA[Como falar dos livros que não lemos?]]></category>

		<category><![CDATA[Design Singular]]></category>

		<category><![CDATA[Elephant Journal]]></category>

		<category><![CDATA[Google Maps]]></category>

		<category><![CDATA[Internet Dictionary of Fantastic Places]]></category>

		<category><![CDATA[Kelly Mansur]]></category>

		<category><![CDATA[Labirintos no Sótão]]></category>

		<category><![CDATA[LibraryThing]]></category>

		<category><![CDATA[Marcelo Maluf]]></category>

		<category><![CDATA[OZ!]]></category>

		<category><![CDATA[Pierre Bayard]]></category>

		<category><![CDATA[Remember the Milk]]></category>

		<category><![CDATA[Stepcase Lifehack]]></category>

		<category><![CDATA[Strange Maps]]></category>

		<category><![CDATA[We Tell Stories]]></category>

		<category><![CDATA[Zeitgeist]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=274</guid>
		<description><![CDATA[Nessa terceira chapuletada mensal de links (nunca é tarde para conferir a primeira e a segunda), comecei com uma tempestade de indicações que acredito que inspirarão muitas idéias nas mentes vorazes de muitos aprendizes de escritores por aí — a minha está fervilhando até agora!
A navegada continua através de alguns links que ajudarão aqueles que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa terceira <a href="http://www.dicionarioinformal.com.br/definicao.php?palavra=chapuletada&amp;id=7092" target="_blank">chapuletada</a> mensal de links (nunca é tarde para conferir a <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/lpi1/" target="_blank">primeira</a> e a <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/lpi2/" target="_blank">segunda</a>), comecei com uma tempestade de indicações que acredito que inspirarão muitas idéias nas mentes vorazes de muitos aprendizes de escritores por aí — a minha está fervilhando até agora!</p>
<p>A navegada continua através de alguns links que ajudarão aqueles que — assim como alguém que eu conheço — tem sérios problemas para organizar seus livros em estantes, armários, mesas, mochilas, caixas, tapetes, esconderijos, fornos microondas (desligados obviamente) e onde mais sobra (ou falta) espaço na casa e não se está usando no momento (e quando eu digo <em>no momento</em>, é no momento <em>mesmo</em>!).</p>
<p>Finalizando, fiz questão de compartilhar por aqui parte da extensa pesquisa que fiz para decidir se incluiria ou um livro muito polêmico na minha <em>lista de presentes de final de ano para mim mesmo</em>, assim como alguns links do <a href="http://www.lifehack.org/" target="_blank">Stepcase Lifehack</a> para suavizar o final de ano — porque, eu não sei quanto a vocês, mas o meu precisa acabar logo!</p>
<p><span id="more-274"></span></p>
<p>Inspirações Literárias</p>
<ul>
<li><a title="Alessandro Martins, no EuQueroTerUmBlog.com!" href="http://queroterumblog.com/2007/07/29/31-tipos-de-posts-para-abastecer-seu-blog-infinitamente/" target="_blank">31 tipos de posts para abastecer seu blog infinitamente</a></li>
<li><a title="Alessandro Martins, no EuQueroTerUmBlog.com!" href="http://queroterumblog.com/2007/09/01/23-fontes-de-conteudo-para-seu-blog-falar-pelos-cotovelos-sem-parar/" target="_blank">23 fontes para falar pelos cotovelos no seu blog</a></li>
<li><a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906" target="_blank">Zeitgeist, The Movie</a></li>
<li><a href="http://wetellstories.co.uk/stories/week1/" target="_blank">Ficção Usando Google Maps</a></li>
<li><a title="Blog @rrobazona" rel="bookmark" href="http://www.arrobazona.com/10-fenomenos-inexplicaveis/">10 Fenômenos Inexplicáveis</a> (original <a href="http://www.livescience.com/strangenews/top10_unexplained_phenomena.html" target="_blank">aqui</a>)</li>
<li><a href="http://www.vale1clique.com/curiosidades/5-pessoas-reais-que-inspiraram-personagens-de-ficcao/">5 pessoas reais que inspiraram personagens de ficção</a></li>
<li><a title="Link permanente para As regras do campo de batalha" rel="bookmark" href="http://www.vale1clique.com/curiosidades/as-regras-do-campo-de-batalha/">As regras do campo de batalha</a></li>
<li><a href="http://strangemaps.wordpress.com/" target="_blank">Strange Maps</a></li>
<li><a href="http://www.geocities.com/pastorkeith/fantastic.html" target="_blank">Internet Dictionary of Fantastic Places</a></li>
<li><a title="No Elephant.com" href="http://www.elephantjournal.com/2008/03/mind-writing-slogans-via-allen-ginsberg/" target="_blank">How to Write, via Allen Ginsberg: “Mind Writing Slogans”</a></li>
<li><a href="http://alternativereel.com/includes/top-ten/display_review.php?id=00117" target="_blank">Top 10 Most Outrageous Opening Lines in Literature</a></li>
</ul>
<p>Organize seus Livros</p>
<ul>
<li><a title="Marcelo Maluf, no blog Labirintos no Sótão" href="http://www.labirintosnosotao.com/2008/11/oito-passos-para-criar-uma-biblioteca.html" target="_blank">Oito Passos Para Criar Uma Biblioteca</a></li>
<li><a title="Do site OZ! Útil pacas!" href="http://www.organizesuavida.com.br/si/site/130603" target="_blank">Como organizar seus livros</a></li>
<li><a title="Por Kelly Mansur, no blog Design Singular" href="http://designsingular.blogspot.com/2008/02/organize-seus-livros.html" target="_blank">Organize seus livros!</a> (com sustentabilidade e tudo!)</li>
<li><a title="Para catalogar online sua pilha de leitura ou sua biblioteca (e em português, apesar do nome)" href="http://pt.librarything.com/" target="_blank">LibraryThing</a></li>
<li><a title="Para lembrar onde (e com quem) está cada um deles..." href="http://www.rememberthemilk.com/" target="_blank">Remember the Milk</a></li>
<li><a title="Para aqueles insanamente maníacos por catalogação..." href="http://www.bolidesoft.com/allmybooks.html" target="_blank">AllMyBooks</a></li>
</ul>
<p><a href="http://www.objetiva.com.br/objetiva/cs/?q=node/1520" target="_blank">Como falar dos livros que não lemos?</a></p>
<ul>
<li><a title="No site Ato ou Efeito" href="http://atoouefeito.com.br/como-falar-dos-livros-que-nao-lemos-pierre-bayard.html" target="_blank">Por Ana Freitas</a></li>
<li><a title="No seu site pessoal" href="http://www.goulartgomes.com/visualizar.php?idt=838638" target="_blank">Por Goulart Gomes</a></li>
<li><a title="No Estadão.com.br" href="http://blog.estadao.com.br/blog/zanin/?title=como_falar_de_livros_que_nao_lemos&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1" target="_blank">Por Luiz Zanin</a></li>
<li><a title="No site Recanto das Letras" href="http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/634004" target="_blank">Por Ricardo Sérgio</a></li>
<li><a title="No MSN Estilo de Vida" href="http://msn.onne.com.br/conteudo/4511/como-falar-sobre-livros-que-n-o-lemos" target="_blank">Por Thomás Levy</a></li>
</ul>
<p><small>(Preciso dizer que isso entrou na minha lista de compras?)</small></p>
<p>Zen</p>
<ul>
<li><a href="http://zenhabits.net/2008/09/6-questions-to-ask-yourself-to-get-the-most-out-of-life/" target="_blank">6 Questions to Ask Yourself to Get the Most Out of Life</a></li>
<li><a title="Esse vale um especial" href="http://www.lifehack.org/articles/lifestyle/10-skills-you-need-to-succeed-at-almost-anything.html" target="_blank">10 Skills You Need to Succeed at Almost Anything</a></li>
<li><a class="top" href="http://lifehacker.com/399895/top-10-conversation-hacks">Top 10 Conversation Hacks</a></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/cuidadocomaplaca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-601" title="Cuidado com a Placa!" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/cuidadocomaplaca-300x242.jpg" alt="" width="300" height="242" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>2º Fontes da Ficção</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/fontesdaficcao2/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/fontesdaficcao2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 16:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Evento]]></category>

		<category><![CDATA[Fontes da Ficção]]></category>

		<category><![CDATA[J. Modesto]]></category>

		<category><![CDATA[James Andrade]]></category>

		<category><![CDATA[Labmind]]></category>

		<category><![CDATA[Marcelino Freire]]></category>

		<category><![CDATA[Martins Fontes]]></category>

		<category><![CDATA[Nelson Magrini]]></category>

		<category><![CDATA[Sérgio Pereira Couto]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei onde foi parar o Sérgio Pereira Couto, em todo caso, o evento ainda assim promete um bocado:

Se eu vou?

Infelizmente não. Quando soube do evento, eu já havia me comprometido com as oficinas do Grupo Labmind, mas nem por isso eu deixaria de dar essa dica para os aprendizes de escritor!
Até a data dessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei onde foi parar o Sérgio Pereira Couto, em todo caso, o evento ainda assim promete um bocado:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/fdf2.jpg"><img class="size-medium wp-image-592 aligncenter" title="2º Fontes da Ficção" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/fdf2-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Se eu vou?</p>
<p><span id="more-591"></span></p>
<p>Infelizmente não. Quando soube do evento, eu já havia me comprometido com as oficinas do <a href="http://labmind.com.br/" target="_blank">Grupo Labmind</a>, mas nem por isso eu deixaria de dar essa dica para os aprendizes de escritor!</p>
<p>Até a data dessa postagem, o endereço <a href="http://www.fontesdaficcao.com.br" target="_blank">www.fontesdaficcao.com.br</a> ainda está redirecionando para <a href="http://fontesdaficcao.wordpress.com/" target="_blank">o Blogger dos quatro autores</a>. Como eu ainda não organizei a minha lista de links, na blogroll, indico o blog deles por aqui mesmo. Estou ansioso pela estréia do novo site. <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Alguém vai?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Atenção: Conto!</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/atencaoconto/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/atencaoconto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 13:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Citação]]></category>

		<category><![CDATA[Evento]]></category>

		<category><![CDATA[Charles Kiefer]]></category>

		<category><![CDATA[Sempre um Papo]]></category>

		<category><![CDATA[SESC]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais que qualquer outro gênero literário, o conto exige um leitor atento, concentrado e capaz de perceber nuanças e variações semânticas e simbólicas. De um conto não se pode perder nada, sob pena de perder-se o essencial.
— Charles Kiefer, escritor

O Sr. Kiefer já está na estrada há um tempão — ele publicou seu primeiro livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Mais que qualquer outro gênero literário, o conto exige um leitor atento, concentrado e capaz de perceber nuanças e variações semânticas e simbólicas. De um conto não se pode perder nada, sob pena de perder-se o essencial.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">— <a href="http://www.charleskiefer.com.br/" target="_blank">Charles Kiefer</a>, escritor</p>
<p><span id="more-556"></span></p>
<p>O Sr. Kiefer já está na estrada há um tempão — ele publicou seu primeiro livro no ano que eu nasci! — e ele vai estar no <a href="http://www.sempreumpapo.com.br" target="_blank">Sempre um Papo</a>, nessa quarta-feira, lá no SESC Vila Mariana.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://aprendizdeescritor.com.br/atencaoconto/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Luriel v1.1</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/luriel11/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/luriel11/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 20:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ficção Fantástica]]></category>

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		<description><![CDATA[Havia — e ainda há — uma guerra. Não importa qual delas, afinal todas tratam do mesmo assunto. O que estou prestes a relatar, aconteceu numa das batalhas dessa guerra, numa disputa por fronteiras num canto esquecido do mundo.
A escaramuça contra uma minoria insistente de perdedores locais se alongava mais do que o previsto. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Havia — e ainda há — uma guerra. Não importa qual delas, afinal todas tratam do mesmo assunto. O que estou prestes a relatar, aconteceu numa das batalhas dessa guerra, numa disputa por fronteiras num canto esquecido do mundo.</p>
<p>A escaramuça contra uma minoria insistente de perdedores locais se alongava mais do que o previsto. O regente da maioria invasora de vencedores — o lado ao qual eu aliara meus interesses — tinha planos maliciosos para acabar com essa resistência: ele descobriu um ponto desprotegido na linha de defesa inimiga e enviaria o nosso destacamento — seus melhores e mais audazes guerreiros — com o objetivo de contornar a defesa inimiga para fazer um ataque combinado. Vitória garantida. Treinamos e nos preparamos como nunca para aquela noite, mas não havia como nenhum de nós estar pronto para o que encontramos no caminho.</p>
<p><span id="more-532"></span></p>
<p>Dias antes do ataque, fiquei responsável por vasculhar os escombros e túneis da ruína por onde invadiríamos o território inimigo e assegurar a rota dos nossos guerreiros nessa manobra militar decisiva. Como vocês verão adiante, minha memória não é meu tesouro, mas lembro nitidamente do calafrio que me correu pela espinha quando coloquei meus olhos naquelas ruínas pela primeira vez. Senti algo de errado ali dentro. Entretanto, por mais que eu procurasse, acabei sem encontrar nada, apenas os restos de uma construção muito antiga — um forte, mausoléu, masmorra ou templo abandonado há muitos anos e engolido pela paisagem na vastidão. Tinha pertencido ao passado remoto da região e agora não passava de um obstáculo de guerra abandonado, um buraco numa fronteira mal protegida.  Negligenciei minha intuição e reportei segurança ao regente. Recebi elogios e o plano seguiu, mas na noite do ataque, o arrepio voltou. Não era a má impressão que as trevas causavam. Não era a ansiedade pela vitória iminente.</p>
<p>Era <em>aquele</em> arrepio.</p>
<p>Um fedor pútrido se espalhava pelo ar rarefeito das ruínas. Estávamos poucos metros abaixo da terra, mas nos sentíamos em verdadeiras profundezas abandonadas. Embora a aparência do lugar fosse completamente outra, o mapa que tracei continuava correto — e se assim fosse, ele nos levaria para a superfície em pouco menos de uma hora. O caminho não seria longo até nosso destino; atravessaríamos as ruínas a pé e garantiríamos o sucesso daquela missão. Aquele era o único caminho oculto e desprotegido, o próprio regente havia constatado isso no seu delicado planejamento militar.</p>
<p>Alguns de nós carregavam tochas acesas, mas todos mantinham as armas em riste e os olhos atentos. Percebi de imediato que a tensão não era apenas minha. Nosso líder guardava silêncio diante de nós e, embora nosso passo fosse acelerado pela necessidade de chegar ao outro lado a tempo, andávamos rápido também por receio daquele subterrâneo claustrofóbico e escurecido.</p>
<p>Atingimos o meio do trajeto — o salão maior, onde jaziam os restos de uma velha carranca de rocha. Nesse ponto, um sopro gélido nos surpreendeu e apagou todas as tochas. Os homens se olharam assustados e o líder interrompeu o passo. Não havia nenhum som além de respirações ofegantes. Senti — e tenho certeza de que não fui somente eu — um arrepio imediato e sinistro. O líder quebrou o silêncio chamando pelo sacerdote que, prontamente, gesticulou e sussurrou fazendo surgirem pequenos globos de uma luz azulada e fraca. Foi o bastante para que víssemos o que nos aguardava naquele saguão ancestral.</p>
<p>Distinguimos sombras nos cercando. Cerca de uma dúzia, do tamanho de árvores. O silêncio deu lugar ao desespero e a luz do sacerdote se transformou num brilho ofuscante. Ela arrancou urros esganiçados das silhuetas e revelou a natureza macabra dos habitantes daquela câmara. Eram criaturas deformadas, pálidas, que pouco lembravam gente. Sua pele era retorcida e colada em ossos protuberantes, debaixo de andrajos escuros e apodrecidos. As bocas se esticavam para gritar, abrindo o maxilar em ângulos bizarros e impossíveis. Os dentes amarelados formavam fileiras de serras afiadas e os olhos eram totalmente negros, como os de um tubarão do mar. As mãos, desproporcionalmente maiores, não carregavam quaisquer armas nem garras e os monstros pareciam flutuar como gênios ou fadas, recuando diante do brilho voraz emitido pelo feitiço do velho bruxo.</p>
<p>Detrás de nossos escudos, entendemos que a luz os feria. Num puxão violento, uma das criaturas arrastou o sacerdote para longe de nós. As demais se amontoaram como uma nuvem sobre ele, sugando-lhe o ar, o sangue ou algo do tipo, ignorando a luz ao redor. Num só instante, o pobre velho gritou, minguou e se retorceu, transformando-se numa múmia negra e magra, até se tornar parte da nuvem e dar origem a outro daqueles horrores flutuantes.</p>
<p>Alguns ameaçaram correr, desesperados como ratos assustados. No meio de nós, o líder latiu ordens em vão, pois uma sensação de medo mais antiga que o mundo dominava as almas daqueles bravos guerreiros. Era algo além do sobrenatural. Os que tentaram lutar não feriram as criaturas — as armas trespassavam os corpos fantasmagóricos e distorcidos dos inimigos — e diante disso, não havia nada a fazer além de formarmos um estouro de fugitivos em direção à saída. Em questão de instantes, o líder clamou debandada já praticamente sozinho na retaguarda dos sobreviventes.</p>
<p>Os gritos e urros que nos perseguiam pareciam vindos das profundezas do inferno. A luz do sacerdote ficou para trás — ou talvez tenha apagado, ou sido apagada, não sei — mas logo a escuridão voltou a tomar conta. Enquanto corríamos, quem tentava lutar ou ficava para trás era tragado violentamente pela escuridão, aos gritos. O líder insistia em palavras de fuga para aqueles que resistiam, mas nada suprimia o desespero da morte iminente. Até que o próprio comandante despencou no chão.</p>
<p>Inexplicavelmente, contive meu pânico e parei para ajudá-lo. Um uivo terrível o arrastou para as trevas e lutei com todas as forças para não permitir que também fosse levado, mas nada pude ver ou fazer — arrancaram-no dos meus braços e ainda pude ver o desespero no fundo da garganta dele e na ponta das unhas que ficaram no chão da cripta. Dei as costas e corri como nunca na vida. Quando vislumbrei a luz da lua na embocadura do arco de pedra que levava à saída, senti meus pés deslizarem e se encontrarem. Caí como trovão sobre o chão de pedra daquele último corredor. Sangue talvez. Não importava. Nada mais importava. Me desesperei. Eu morreria em instantes e o último grito que eu ouviria seria o meu.</p>
<p>Imediatamente, o uivo me alcançou e senti um novo sopro súbito de ar gélido, tão próximo do meu rosto que mal pude respirar. Num espasmo, senti uma dor indescritível — como se me prendessem anzóis por toda garganta, peito e coração ou como se eu engolisse milhares de milhagas de vidro cortante — era a vida sendo arrancada pelos meus pulmões. O frio entrou pela minha boca e me endureceu por dentro, anestesiando a dor e criando uma angústia enlouquecedora. O ar sumia rapidamente e minha vida ia-se com ele. Presumi que morreria e fechei os olhos com força. Só os reabri assustado pela vermelhidão repentina debaixo das minhas pálpebras. Era uma forte luz amarela que surgia na outra ponta do túnel.</p>
<p>Era quente. Anestesiava a dor e removia a angústia. Achei que era a morte chegando para me consolar, recebendo-me em seus braços, mas retomei parte da consciência para ouvir as criaturas rugirem de dor novamente. Elas recuaram aterrorizadas e tudo ficou claro como um dia de sol. Não pude ver o que as espantava no coração do clarão amarelo. Era como o próprio sol, só que agora ao meu lado, quase dentro de mim. Meus olhos falharam, não senti minha voz, meu corpo não respondeu e tudo ao meu redor se apagou.</p>
<p>Durante três dias, vivi num pesadelo constante. Via vultos me perseguindo e via o rosto deformado dos horrores flutuantes. Sentia o toque gélido das criaturas no cativeiro de um túnel sem fim. Quando reabri meus olhos, estava de volta ao acampamento. Soube que mais ninguém sobreviveu àquela manobra. Me encontraram inconsciente, bem distante das ruínas e, estranhamente, não me perguntaram quase nada. Dias depois, sem maiores explicações, o regente levantou a acampamento e declarou recuo. Perdemos a batalha, mas eu perdi muito mais do que isso naquela noite.</p>
<p>Quando caí em mim, percebi que não recordava de nada que ocorrera antes desse acidente, como se não tivesse acontecido nada antes dele e eu tivesse nascido ali. Não havia família, não havia nome e não havia amigos. Tudo havia sumido da minha memória. Se já não bastasse, quando pude finalmente levantar-me e sair da enfermaria, os olhares do acampamento me coagiram. Por que apenas eu havia sobrevivido? Onde estavam os demais guerreiros que entraram naquelas ruínas para garantir a vitória certa? Por que as ruínas — das quais fui responsável por garantir que estavam tranqüilas para nossa passagem — estavam cheias de morte e desespero naquela noite? E por que apenas eu sobrevivi?</p>
<p>Trataram-me com desprezo e preconceito. Alguns acusaram-me de covardia enquanto outros me consolavam por ter feito o que sabia fazer de melhor: correr. No entanto, eu lembro de ter caído e perdido todas as forças ainda dentro daqueles túneis. Não se esquece assim uma dor daquelas. Eu não corri. Não saí daquele lugar amaldiçoado. Alguém me tirou de lá. Alguém ou algo que eu não sei o que foi.</p>
<p>Abandonei essa guerra poucos dias depois, em exílio sob suspeita de traição. Não senti tanto peso assim, pois ninguém que restara ali sabia nada ao meu respeito, nem tinha nada para me ajudar a recordar quem eu era. Todos com quem estive haviam morrido no meio da guerra e os últimos pereceram naquelas ruínas. Vaguei por um tempo, tentando recordar tudo o que esqueci, e conheci lugares e pessoas que me mostraram caminhos pelos quais poderia continuar seguindo. Uma dessas pessoas, um velho cego que mendigava na beira de uma estrada, me disse que eu havia ganho uma oportunidade valiosíssima: a de reescrever a história do meu destino. Uma segunda chance.</p>
<p>Sobre mim, tudo o que eu sabia é que tinha pertencido aos batedores talentosos do destacamento especial do exército daquele regente derrotado. No exército, eu tinha um nome, mas ninguém confia nos nomes da guerra. Durante noites a fio, exercitei a meditação para recobrar minhas memórias, mas não consegui encontrar nada. Aprendi que não adianta tentar recobrar o que eu perdi. Foi tudo apagado. No entanto, a meditação agora serve para que eu planeje o que farei com essa segunda chance que me foi outorgada. Hoje eu sei o que quero. Quero aprender tudo novamente e, independente de quem eu fui, amanhã serei ser melhor do que fui hoje. Serei melhor do que fui na primeira vez.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Web 2.0 vs. Diluição de Conteúdo: Round 1</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/web2vsdiluicao1/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/web2vsdiluicao1/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 18:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Carlos Nepomuceno]]></category>

		<category><![CDATA[cibertexto]]></category>

		<category><![CDATA[diluição de conteúdo]]></category>

		<category><![CDATA[semântica]]></category>

		<category><![CDATA[Webinsider]]></category>

		<category><![CDATA[Webscrita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aprendizdeescritor.com.br/?p=516</guid>
		<description><![CDATA[O artigo do Nepomuceno no Websinder não tinha nada a ver com isso, mas como ultimamente tenho pensado muito à respeito, é provável que, por algum motivo bizarro, eu tenha relacionado as duas coisas para me obrigar a refletir à respeito.
Se liga só:
(&#8230;) o blog será o que é hoje o nosso HD, com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/11/10/manter-um-blog-seu-na-empresa-e-trabalho/" target="_blank">artigo do Nepomuceno no Websinder</a> não tinha nada a ver com isso, mas como ultimamente tenho pensado muito à respeito, é provável que, por algum motivo bizarro, eu tenha relacionado as duas coisas para me obrigar a refletir à respeito.</p>
<p>Se liga só:</p>
<blockquote><p>(&#8230;) o blog será o que é hoje o nosso HD, com a possibilidade, a gosto de cada um, de poder escrever também suas experiências, como estou fazendo aqui (&#8230;)</p>
<p>Usando este espaço para reflexão, possíveis interações e documentando idéias que, talvez, se não tivessem sendo colocadas em rede, se perdessem no dia-a-dia.</p>
<p>Por fim, o que vale agora é a nossa capacidade de pensar, se articular e transformar tudo isso em algo de valor.</p></blockquote>
<p><span id="more-516"></span></p>
<p>Desse finalzinho, trago três reflexões pra cá:</p>
<ol>
<li style="margin-bottom:10px;">Eu já uso meu blog dessa forma que ele cita — para armazenar informações, opiniões e reflexões no ciberespaço, um lugar onde eu posso pegá-las sempre que quiser. Talvez tenha sido apenas eu tentando me acostumar com a minha memória relâmpago ou o fato de eu não ter uma casa fixa ainda (sim, ainda&#8230;), mas resolvi usar o Aprendiz de Escritor como um repositório de coisas que eu posso querer ler, fuçar ou refletir à respeito independente de onde eu esteja — e, é claro, desde que eu me garanta um acesso à internet no fim de mundo onde eu for me enfiar. O <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/category/internet/lpi/" target="_blank">LPI</a> é uma prova autêntica disso. e têm funcionado, muito bem, por sinal.</li>
<li style="margin-bottom:10px;">Depois, meio ingenuamente até, acabei descobrindo que o blog também servia como ferramenta de discussão, divulgação e colaboração. Hoje em dia eu também uso ele pra isso e não consigo imaginar como (talvez um dia) eu ganharia dinheiro diretamente com um blog sem usar esse raciocínio, nem que seja para começar a pensar num outro jeito de fazer isso. Acho que é como aquele lance de andar de bicicleta (que só se aprende fazendo e nunca mais se esquece por completo) e do pulo do gato (que todo gato sabe, mas nenhum gato sabe ensinar pro outro); você só entende o que isso quer dizer <em>de verdade</em> quando mete a mãozona na massa e se meleca até os ossos com esse negócio de blogs, sites e hipermídia.</li>
<li style="margin-bottom:10px;">Recentemente, um evento <a href="http://valberto.wordpress.com/2008/11/11/quem-faz-um-site-sao-seus-visitantes/" target="_blank">numa outra esfera da minha vida profissional</a> me fez refletir violentamente à respeito dessa necessidade de pensar e articular de forma clara/interessante/divertida/objetiva no ciberespaço. É realmente incrível como o mundo dá voltas velozes na Idade Mídia. Ás vezes, chego a pensar que tudo faz parte de algum tipo de processo de seleção natural. Sim, é algo cibernéticamente macabro e eu estou parando por aqui (mas não pensem que se livrarão disso assim tão fácil).</li>
</ol>
<p>Em suma, nada a ver com o artigo do Nepuceno. Mas eu avisei. <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Além de escrever no <a href="http://webinsider.uol.com.br/" target="_blank">Websinsider</a> (um dos melhores informativos em português à respeito de web comercial que eu conheço), descobri que o Carlos Napomuceno também tem um blog bem legal, o <a href="http://cnepomuceno.wordpress.com/" target="_blank">Cnepomuceno</a>. Vou fuçar um pouco nele, em breve, vocês certamente verão alguns links de lá no LPI.</p>
<p>Nos meus centavos sobre a semântica e colaborativismo na esfera profissional, eu somaria mais concretivismo, objetividade e conflito à discussão. Essa postura profissional pró-ativa e coletiva que o Carlos defende no mundo virtual nada mais é do que um reflexo do que as pessoas bem sucedidas fazem no mundo real, de carne e osso mesmo. Trabalho de equipe, boa vontade e respeito ao próximo são qualidades que não são valorizadas apenas no mundo virtual — e não apenas na esfera profissional também!</p>
<p>Também gosto muito dessa idéia de pregar a distribuição coletiva de conteúdo e de conciliar produção profissional com enriquecimento de material cibernético, mas senti falta de exemplos mais táteis ao público, além do <a href="http://www-03.ibm.com/press/us/en/pressrelease/19156.wss" target="_blank">Blue Pages na IBM</a> (tanto que o <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/11/10/manter-um-blog-seu-na-empresa-e-trabalho/#comment-241405" target="_blank">primeiro comentário</a> é justamente á respeito disso). Não conheço muita coisa de sucesso além desse exemplo e não sei se conheceria se não tivesse trabalhado dentro dessa companhia.</p>
<p>Fora isso quero terminar colocando aqui algo que, potencialmente, ainda vai dar muito o que falar aqui no blog: toda essa pregação sobre colaborativismo e semântica têm gerado uma outra discussão, a diluição de conteúdo pela web. Ainda sou faixa branca nesse assunto, e não sei <em>como</em> uma coisa pode levar à outra, só sei que <em>leva</em>. Tudo o que me vem a mente é que o equilíbrio é a chave do universo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>De cara nova!</title>
		<link>http://aprendizdeescritor.com.br/de-cara-nova/</link>
		<comments>http://aprendizdeescritor.com.br/de-cara-nova/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 03:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Cobbi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Nadaver]]></category>

		<category><![CDATA[Billy]]></category>

		<category><![CDATA[Desciclopédia]]></category>

		<category><![CDATA[Evan Eckard]]></category>

		<category><![CDATA[layout]]></category>

		<category><![CDATA[Notepad Chaos]]></category>

		<category><![CDATA[placa tectônica da Birmânia]]></category>

		<category><![CDATA[Smashing Jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme eu já tinha avisado, vocês devem ter percebido que algumas coisas já começaram a mudar aqui no blog e, finalmente, depois de nove meses de existência, eu consegui dar luz a uma cara digna para o Aprendiz de Escritor!
O layout ainda não está adaptado para todas as postagens no arquivo do blog, mas eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme eu já tinha <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/ocioativo/" target="_blank">avisado</a>, vocês devem ter percebido que algumas coisas já começaram a mudar aqui no blog e, finalmente, depois de nove meses de existência, eu consegui dar luz a uma cara digna para o <strong>Aprendiz de Escritor</strong>!</p>
<p>O layout ainda não está adaptado para <em>todas</em> as postagens no arquivo do blog, mas eu já estou trabalhando nisso e, em breve, o blog todo estará &#8220;cabendo direitinho&#8221; dentro dele.</p>
<p>Entre os muitos <a href="http://www.fique-rico.com/2008/06/10/como-escolher-um-tema-para-wordpress-e-blogger-dicas-e-recursos-para-utilizar/" target="_blank">temas para Wordpress</a> que eu pesquisei nesse período — e bota muitos nisso — o <a href="http://www.smashingmagazine.com/2008/08/20/notepad-chaos-a-free-wordpress-theme/" target="_blank">Notepad Chaos</a> foi o vencedor de uma disputa ferrenha aqui dentro da minha cabeça indecisa. Ele foi criado pelo designer americano <a href="http://www.evaneckard.com/" target="_blank">Evan Eckard</a> que gosta de <a href="http://www.flickr.com/photos/dumpsterbutt/2039808194/" target="_blank">caretas</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/dumpsterbutt/2718309033/" target="_blank">tatuagens</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/dumpsterbutt/2718296045/" target="_blank">crianças</a> e <a href="http://www.flickr.com/photos/dumpsterbutt/2039809940/" target="_blank">guitarra</a> — e não dá pra não gostar de quem gosta de guitarra! <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-418"></span></p>
<p>Como bom geminiano que sou, não sei quanto tempo o blog vai ficar com essa cara, então segue abaixo a foto de uma postagem com esse tema para contextualizar a coisa quando eu resolver mudar de ares por aqui:</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/screenshot_notepadchaos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-419" title="Screenshot Notepad Chaos" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/screenshot_notepadchaos-176x300.jpg" border="0" alt="" width="176" height="300" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="color:#808080" align="center"><em><small>Agoooooora Siiiiiiiiiiiiiiiimmmm!!!<br />
</small></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Bom, daí você vai me perguntar &#8220;mas Cobbi, você não é webdesigner? Porque você mesmo não criou um layout?&#8221; e eu vou te responder com ares de quem retruca pra criança arteira dizendo que se eu gostasse o bastante de ilustração digital para produzir algo melhor do que isso, nenhum de nós dois estaria aqui agora, <em>capisce</em>? <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Daí vem a segunda pergunta: &#8220;então porque você escolheu esse Cobbi?&#8221; O Notepad Chaos foi o tema que melhor ilustrou — literalmente — tudo o que eu queria (e faria) na arte visual do Aprendiz de Escritor:</p>
<ol>
<li>Ele facilita a leitura do corpo do texto sem ficar simples nem corporativo demais,</li>
<li>Ele remete ao ato da escrita e à própria literatura sem parecer blog de vovô, site de sebo ou diário de secretária quarentona;</li>
<li>E é bonito e colorido sem ficar emo, paty nem GLS.</li>
</ol>
<p>Nada contra vovôs, secretárias quarentonas, <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Emo" target="_blank">emos</a>, <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Paty" target="_blank">patys</a> ou <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/GLS" target="_blank">gays</a>, mas <a href="http://aprendizdeescritor.com.br/quequeisso/" target="_blank">fica óbvio</a> que eu não faço parte de nenhum desses grupos — aliás, segundo as pesquisas mais recentes, o mais perto de um rótulo ou tribo que eu chego é como <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Geek" target="_blank">geek</a>, ou como <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Nerd" target="_blank">nerd</a> mesmo.</p>
<p>Bom, mas o fato é que o Notepad Chaos traduziu direitinho tudo o que eu queria aqui para o blog por enquanto. Aliás, falando em traduzir, embora eu não tenha criado absolutamente nada na arte desse tema, a tradução dele foi toda de minha autoria!</p>
<p>Bom, chega de papo mole que já está tarde e eu preciso voltar pro trabalho — sim, vida de freelancer é assim mesmo — então, pelo menos por hora, hora de nos despedirmos do Billy:</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img class="alignnone" title="Billy, the desperate one..." src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/themes/escritor_ensandecido.gif" alt="" width="150" height="107" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="color:#808080" align="center"><em><small>FÓÓÓÓÓCKING TEXT!<br />
</small></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Foi ele que ajudou todos nós a suportar aquele layout padrão sem graça do Wordpress até agora. O Billy era tão pertinente e cativante que me rendeu elogios, xingamentos e até <a title="O_o" href="http://www.cracatoa.com.br/2008/10/30/escritor-looooooouco/" target="_blank">uma postagem</a> blogosfera afora — um pouco da boa polêmica que só o sangue e o sexo são capazes de produzir.</p>
<p>Entretanto, não era à toa que o pobre Billy cometia esse suicídio tão desesperadamente sanguinário a cada atualização da home. Confira:</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/screenshot_default.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-420" title="Screenshot Worpress Default" src="http://aprendizdeescritor.com.br/wp-content/uploads/2008/11/screenshot_default-218x300.jpg" border="0" alt="" width="218" height="300" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="color:#808080" align="center"><em><small>Seja frio ou seja quente&#8230;<br />
Não seja morno que eu te vomito.<br />
</small></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Billy, descanse em paz. <img src='http://aprendizdeescritor.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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