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maio8
Essas coincidências as vezes me assustam.
Hoje mesmo eu estava lendo uma matéria na Galileu de Abril sobre os efeitos (positivos e negativos) do “internetês” e do “miguxês” na formação literária das pessoas. A matéria me fez pensar um bocado e, a princípio, concordo com os psicólogos gringos de Beverly Plester: vejo mais benefícios do que malefícios. Entretanto, entendo a necessidade de deixar bem claro para todo mundo onde cada tipo de linguagem é mais adequada.
Sei que sou suspeitíssimo para opinar, então deixo vocês com o vídeo que minha amiga Marisa Moura me enviou por Skype para alegrar minha tarde de dor de cabeça (e que eu só vi agora, quando o trabalho deu uma folguinha).
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Repertório nunca é demais.
Bem que uma das primeiras regras do jornalismo é: não brigue com a frase. Não está boa? Não está seguro dela? Apague e escreva-a de novo. Sempre dá certo. Adorei o vídeo! Grande Marisa!
Nana,
Tínhamos um professor lá na faculdade de design que falava sempre: “Não sabe? Não faz!”, me lembrei disso na hora do seu conselho.