Quê Qué Isso?
Olá!
Meu nome é Bruno Cobbi, tenho 26 anos e sou aluno do curso de formação de escritores, coordenado (e, até certa parte, também lecionado) pelo professor Gabriel Perissé. Como exigência para o curso, todos os alunos criaram um blog pessoal, onde postaríamos exercícios e reflexões pessoais, como incentivo à prática da escrita e para começar a divulgação tanto do nosso trabalho quanto do curso em si.
O Aprendiz de Escritor nasceu dessa idéia. Aqui, eu posto os meus exercícios — trechos da ficção que eu tanto gosto de escrever — e os meus ensaios, crônicas, artigos, dicas de eventos, de livros, de filmes e tudo o que eu acho pertinente a esse mundo no qual eu estou entrando agora: o de escritor.
Como eu entrei nessa? Bom, não é de hoje que eu conto histórias — e o que é um escritor, senão um tipo de contador de histórias. Meu apreço pela arte do “faz de conta” nasceu cedo, subindo nas árvores do sítio da vó, trepando pelo quintal nos fundos de casa e me divertindo com os amigos da escola e da rua em mundos imaginários, cheios de aventuras e desafios.
Eu também sempre gostei de ler. De ler e de jogar videogame — que eu também acho que seja um ótimo jeito de contar histórias, muito interativo por sinal. Minha mãe, Dona Marcia Cobbi, nunca gostou desse meu segundo passatempo, por isso me incentivava no primeiro, me dando livros e revistas de presente. Livros e revistas sobre tudo, desde O Pequeno Príncipe e A Rainha da Neve até gibis e livros sobre educação sexual, enciclopédias sobre animais (eu sempre gostei de bichos esquisitos) e até revistas de videogame, afinal, se eu gostava tanto disso, que pelo menos lesse sobre o assunto.
Quando eu cresci mais um pouco, a ponto das pessoas começaram a “achar ridículo” eu continuar brincando de faz de conta — e você nem imagina como eu ficava triste com isso — foi nessas minhas leituras — justamente dentro de uma revista de videogame — que eu descobri que havia um jeito de criar um jogo com o faz de conta: o RPG!
O RPG é um jogo de contar histórias que herdou características dos jogos de tabuleiro e do teatro. São narrativas coletivas, semi-improvisadas, muito divertidas. Tudo bem ao estilo do faz de conta que eu brincava quando era menino. Aprendi a jogar RPG nos livros. Eles me ensinaram a inventar regras para o meu faz de conta, mas nem por isso as pessoas deixaram de achar ridículo e muita gente tem preconceito com o jogo até hoje.
Mas foi no RPG que eu descobri meu dom como contador de histórias.
As pessoas se empolgavam com as histórias que eu inventava. Até hoje, muitos dos meus amigos se reúnem para conversar sobre o enredo dos nossos jogos e falam deles como se fossem filmes ou livros de verdade! Daí pensei comigo, como é que eu posso ganhar a vida com isso?
Eu adorava fazer redação na escola. Tirava as minhas notas mais altas nessa matéria e — ao contrário dos desenhos, campo no qual eu tanto me esforcei — sempre me dei bem muito com as palavras. Tão bem, que mal percebia essa minha facilidade, tamanha era a minha afinidade com ela. Daí tive uma boa idéia: que tal se eu escrevesse histórias e tentasse vendê-las para as pessoas!
E aqui estou eu!
Para falar comigo, você pode usar qualquer uma das ferramentas virtuais pelas quais eu costumo surfar ou mandar um e-mail para bruno@cobbi.com.br e pode ter certeza que eu vou respondê-lo. No entanto, eu adoro receber cartas pelo correio, então se você quiser me escrever, fique à vontade!
Rua Mere Marie Anais do Sion, 540/12A
Vila Cachoeira, São Paulo - SP
CEP: 02343-030
Um forte abraço de um jovem aprendiz de escritor!
b. Cobbi
