Quê Qué Isso?
Olá!
Meu nome é Bruno Cobbi, tenho 27 anos e atualmente sou pós-graduando em Prática de Criação Literária pela Unicsul, organizado (e, até certa parte, também lecionado) pelo magistral Nelson de Oliveira. Comecei minha jornada de Aprendiz no curso de formação de escritores do professor Gabriel Perissé onde, como exigência letiva e incentivo à prática da escrita, todos alunos criaram um blog para publicação de exercícios e reflexões acadêmicas. De quebra, começamos a divulgar tanto do nosso trabalho quanto o curso em si.
O Aprendiz de Escritor nasceu dessa idéia. Aqui, eu posto os meus exercícios — trechos da ficção que eu tanto gosto de escrever — e os meus ensaios, crônicas, artigos, dicas de eventos, de livros, de filmes e tudo o que eu acho pertinente a esse mundo no qual eu estou entrando agora: o de escritor.
Como entrei nessa? Bom, não sou daqueles escritores que são das letras desde criancinha, mas não é de hoje que eu conto histórias — e o que é um escritor senão um tipo de contador de histórias! Meu apreço pela arte do “faz de conta” nasceu cedo, de galho em galho pela chácara da vó, pelos portais cósmicos no quintal e na rua de casa e me divertindo com os amigos da escola em mundos imaginários, cheios de aventuras e desafios.
Sempre gostei de ler. De ler e de jogar videogame — que também é um ótimo jeito de não só contar e ler histórias como também de participar delas. Minha mãe, Dona Marcia, nunca gostou desse meu segundo passatempo, então incentivava o primeiro com livros e revistas de presente. Livro e revistas sobre tudo: pequenos príncipes, rainhas das neves, Dorothys, Alices, Mônicas, educação sexual, enciclopédias sobre animais (eu sempre gostei de bichos esquisitos) e até as revistas de videogame que ela tanto odiava; se eu gostava tanto disso, que pelo menos lesse sobre o assunto.
Quando eu cresci mais um pouco, naquele ponto estúpido da vida quando as pessoas começam “a achar ridículo” o faz de conta — e você nem imagina como eu ficava triste com isso — foi nessas minhas leituras — justamente dentro de uma revista de videogame — que eu descobri que havia um outro jeito de participar de uma história: um jogo com o faz de conta chamado RPG.
Trata-se de uma brincadeira de contar histórias que herdou características dos jogos de tabuleiro e do teatro. São narrativas coletivas, semi-improvisadas e muito divertidas. Tudo bem ao estilo do faz de conta que eu brincava quando era menino. E adivinha onde aprendi a jogar RPG? Nos livros! Eles me ensinaram a inventar regras para o meu faz de conta! Contudo, nem por isso as pessoas deixaram de achar ridículo e muita gente tem preconceito com o jogo até hoje. Eu já não fico mais tão triste e, na verdade, nem dou bola. Azar o deles. Sabe por quê?
Porque foi no RPG que eu descobri meu dom como contador de histórias. ![]()
Eu tocava as pessoas com as histórias que eu inventava. Perturbava, alegrava, fazia rir e chorar. De verdade mesmo! Até hoje, muitos dos meus amigos se reúnem para conversar sobre o enredo dos nossos jogos de RPG e falam deles como se fossem filmes de cinema ou sagas literárias de sucesso. Daí pensei comigo “eu preciso contar minhas histórias para mais pessoas”. Eu precisava dividir isso. Mas como?
Eu adorava fazer redação na escola. Tirava as minhas notas mais altas nessa matéria e — ao contrário dos desenhos, campo no qual eu tanto me esforcei — sempre me dei bem muito com as palavras. Tão bem, que mal percebia essa minha facilidade, tamanha era a minha afinidade com ela. Daí tive uma boa idéia: que tal se eu escrevesse histórias e tentasse vendê-las para as pessoas!
E aqui estou eu! ![]()
Para falar comigo, você pode usar qualquer uma das ferramentas virtuais pelas quais eu costumo surfar ou mandar um e-mail para bruno@cobbi.com.br e pode ter certeza que eu vou respondê-lo. Por favor, não deixe de escrever um comentário hein! Fique à vontade!
Agora sente-se aí e relaxe. Eu tenho certeza que eu tenho uma história aqui que você vai adorar!
B.
