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Fantasticon 2010: Palestra das Editoras [Parte 2 de 7]

Para não cansar dividi a minha cobertura da Fantasticon 2010 em postagens diferentes, mas você pode lê-las em qualquer ordem pois tratam de atrações diferentes. Essa é a segunda parte onde eu comento as novidades anunciadas na palestra das editoras brasileiras especializadas no gênero fantástico. Essa atividade rolou sábado, dia 28 de agosto de 2010, o segundo da convenção.

A idéia era discutir com quem toma as decisões no mercado editorial brasileiro dentro do gênero fantástico.

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Web 2.0 vs. Diluição de Conteúdo: Round 1

O artigo do Nepomuceno no Websinder não tinha nada a ver com isso, mas como ultimamente tenho pensado muito à respeito, é provável que, por algum motivo bizarro, eu tenha relacionado as duas coisas para me obrigar a refletir à respeito.

Se liga só:

(…) o blog será o que é hoje o nosso HD, com a possibilidade, a gosto de cada um, de poder escrever também suas experiências, como estou fazendo aqui (…)

Usando este espaço para reflexão, possíveis interações e documentando idéias que, talvez, se não tivessem sendo colocadas em rede, se perdessem no dia-a-dia.

Por fim, o que vale agora é a nossa capacidade de pensar, se articular e transformar tudo isso em algo de valor.

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Web Writing: O Apocalipse Digital

Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.

— Apocalipse 2:10

Velha discussão nova: páginas concretas e cheirosas vs. praticidade abstrata irrefreável (ou decomposição antiquada versus impessoalidade desconfiável, dependendo de qual lado se está na balança).

Em vias de começarmos o curso de Webscrita, lá na pós graduação, li mais uma do Websinder, dessa vez com as 39 pistas do meu xará carioca Bruno Rodrigues, um verdadeiro mestre na arte do Web Writing. (clique aqui e aqui — e prepare-se para navegar por longas horas — se quiser ser um faixa preta do Web Writing você também).

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O Modem de Pandora

Em dias de segundas vidas dignas de Vishnus hinduístas, mensageiros instantâneos que fariam Mercúrio comer poeira e de mares de informação que fariam a Biblioteca de Alexandria tremer na base, a internet revolucionou o arsenal de ferramentas humanas e, William Gibsismos à parte, está criando uma nova geração de seres humanos “cibernéticos”.

Hoje li dois artigos sobre isso, lá no Websinder. Entre os trechos que achei mais interessantes, seguem os da Maira Costa:

(…) se você tem menos de 30 anos, considere-se membro da geração mais estúpida da história.

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